quarta-feira, novembro 16, 2011

A suficiência da Bíblia.


A Palavra de Deus sempre foi alvo dos mais diversos ataques. O mais comum é a suposição de sua falibilidade. No entanto, um ataque mais sutil é a concepção de que a Bíblia não é suficiente para nos dirigir e controlar.

Historicamente, esse problema já apareceu, por volta de 1520, quando a Reforma estava sendo iniciada. Na Alemanha, surgiu um grupo de homens “iluminados” que alegava ter revelações especiais diretamente de Deus, entendendo terem sido chamados por Deus para completar a Reforma. Eles acreditavam que o fim dos tempos estava próximo -os ímpios seriam exterminados-, e por isso não era necessário estudar a Bíblia, pois o Espírito Santo estaria inspirando os ignorantes. Eles raciocinavam: “De que vale aderir assim tão estritamente à Bíblia? Poderá a Bíblia nos fazer sermão? E mais: Somente pelo Espírito é que poderemos ser iluminados; O próprio Deus fala dentro de nós; Ele nos revela tudo aquilo que devemos fazer e pregar”.

Então escolheram doze “apóstolos“ e setenta e dois “discípulos”, declarando que, finalmente, foram restituídos à igreja os apóstolos e profetas e passaram a pregar o que eles consideravam a verdadeira religião cristã.

Essa forma de misticismo ainda está presente na igreja de hoje e tem sido extremamente pernicioso para o povo de Deus, acarretando desvio espiritual e teológico, deslocando o “eixo hermenêntico” da Palavra para a experiência mística, afastando-nos da Palavra e, conseqüentemente do Deus da Palavra. Essas pessoas patrocinam o distanciamento da Palavra revelada de Deus.
O salmista enfatiza: “O SENHOR Deus é amigo daqueles que o temem e lhes ensina as condições da aliança que fez com eles.” (Salmos 25:14 NTLH). Portanto, a intimidade com Deus revela-se em nosso apego à Sua Palavra e a Sua Aliança

Daí, devemos entender que A Bíblia, a Palavra de Deus, é a única fonte autoritativa de Deus para o nosso pensar, crer, sentir e agir. Ela é única e suficiente.

Viva Jesus!

Deus lhe abençoe!

sexta-feira, outubro 28, 2011

A Interpretação da Bíblia I.

O texto bíblico diz em 2 Pedro 3.16: ‘‘… há certas coisas difíceis de entender que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras para a própria destruição deles’’.

E para maior desgraça e calamidade, quando esses ignorantes se apresentam como doutos, torcendo as Escrituras para provar seus erros, arrastam consigo multidões à perdição. Tais ignorantes, sempre se tem constituído em heresiarcas ou falsos profetas, desde a antiguidade.

Não há livro mais perseguido pelos inimigos, nem livro mais torturado pelos amigos do que a Bíblia, devido à falta de conhecimento das sadias regras para sua interpretação. Essa ‘‘dádiva do céu’’ não nos veio para que cada qual a use a seu próprio gosto, mutilando-a, tergiversando ou torcendo-a para nossa perdição.

A interpretação correta da Bíblia é necessária por causa das lacunas históricas, culturais, lingüísticas e filosóficas que obstruem a compreensão espontânea e exata. Há um abismo histórico, pois nos encontramos muito separados no tempo, tanto dos escritores como dos primitivos leitores. Há também, um abismo cultural que se reflete nas diferenças significativas entre as culturas dos antigos hebreus, do mundo na época de Cristo e do nosso mundo atual.

Outro bloqueio à compreensão espontânea da mensagem bíblica é a diferença lingüística. Nunca é demais lembrar que a Bíblia foi escrita em hebraico, aramaico e grego, línguas que possuem estruturas e expressões idiomáticas muito diferentes da nossa própria língua. E outro bloqueio significativo para o entendimento é a lacuna filosófica, ou seja, opiniões sobre a vida, as circunstâncias e a natureza do universo diferem entre as várias culturas. Para transmitir, validamente, uma mensagem de uma cultura para outra, o tradutor ou o leitor deve estar ciente tanto das similaridades como dos contrastes das cosmovisões.

Jesus Cristo foi uniforme no trato das narrativas históricas do Antigo Testamento, como registros fiéis do fato; muitas vezes, escolheu como base do seu ensino as mesmas histórias que a maioria dos críticos modernos considera inaceitáveis. Ex: O dilúvio de Noé (Mateus 24.37-39); Sodoma e Gomorra (Mateus 10.15; 11.23,24); a história de Jonas (Mateus 12.39-41).

Quando Jesus fazia aplicação do registro histórico, Ele o extraia do significado normal do texto, contrário ao sentido alegórico. Ele não mostrou tendência alguma para dividir a verdade da Escritura em níveis, ou seja, um nível superficial, baseado no significado literal do texto e uma verdade mais profunda, baseada em algum nível místico, como faziam os mestres judeus da sua época. Jesus denunciou o modo como os dirigentes religiosos haviam desenvolvido métodos casuísticos que punham à parte a própria Palavra de Deus, que eles alegavam estar interpretando, e no lugar colocavam as suas próprias tradições (Marcos 7.6-13; e Mateus 15.1-9).

Martinho Lutero (1483-1546) – acreditava que a fé e a iluminação do Espírito Santo eram indispensáveis ao intérprete da Bíblia. Asseverava que a Bíblia devia ser vista com olhos inteiramente diferentes daqueles com que vemos outras produções literárias. Lutero sustentava também que a Igreja não deveria determinar o que as Escrituras ensinam, mas as Escrituras é que devem dizer o que a Igreja deve ensinar. Ele rejeitou a interpretação alegórica da Escritura, que predominava na Idade Média, chamando-a de ‘‘sujeira’’ e ‘‘escória’’. Segundo Lutero, uma interpretação adequada da Escritura, deve proceder de uma compreensão literal do texto. O intérprete deve considerar em sua exegese as condições históricas, a gramática e o contexto. Ele acreditava, também, que a Bíblia é um livro ‘‘claro’’, contrariamente ao dogma católico-romano de que as Escrituras são tão obscuras que somente a Igreja pode revelar seu verdadeiro significado.

Um dos grandes princípios hermenêuticos de Lutero dizia que se deve fazer cuidadosa distinção entre a Lei e o Evangelho. A Lei refere-se a Deus em seu ódio ao pecado, seu juízo e sua ira. O Evangelho refere-se a Deus em sua graça, seu amor e sua salvação. Ambos os aspectos existem lado a lado na Bíblia, tanto no Antigo como no Novo Testamento.

Calvino (1509-1564) – Também considerava a iluminação do Espírito Santo necessária para a correta interpretação da Bíblia e, que a interpretação alegórica era artimanha de satanás para obscurecer o sentido da Escritura.

Calvino ensinou que ‘‘a Escritura interpreta a Escritura’’ mostrando a importância que ele dava ao estudo do contexto, da gramática, das palavras e das passagens paralelas, em lugar de trazer para o texto o significado do próprio intérprete. Calvino disse que ‘‘a primeira tarefa de um intérprete é deixar que o autor diga o que ele de fato diz, em vez de atribuir-lhe o que penso que ele deva dizer’’.

Essa mensagem continua no post seguinte.

terça-feira, outubro 11, 2011

Crer somente no que está revelado.


Devemos ter por certo que o limite da fé está circunscrito pelos parâmetros das Escrituras. (Veja Deuteronômio 29.29: “As coisas encobertas pertencem ao SENHOR, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.” - RA). Ou seja, não podemos crer além do que Deus nos revelou na Bíblia.

A Palavra deve ser sempre o guia da nossa fé. Por isso, devemos estar atentos à Palavra de Deus, para entendê-la e praticá-la Veja Josué 1.8: “Não cesses de falar deste Livro da Lei; antes, medita nele dia e noite, para que tenhas cuidado de fazer segundo tudo quanto nele está escrito; então, farás prosperar o teu caminho e serás bem-sucedido.” - RA; Salmo 119.97: “ Como eu amo a tua lei! Penso nela o dia todo.” - NTLH; Felipenses 3.15: “Todos, pois, que somos perfeitos, tenhamos este sentimento; e, se, porventura, pensais doutro modo, também isto Deus vos esclarecerá.” - RA; Tiago 1.22-25: “Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos. Porque, se alguém é ouvinte da palavra e não praticante, assemelha-se ao homem que contempla, num espelho, o seu rosto natural; pois a si mesmo se contempla, e se retira, e para logo se esquece de como era a sua aparência. Mas aquele que considera, atentamente, na lei perfeita, lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas operoso praticante, esse será bem-aventurado no que realizar.” - RA).

Entretanto, pelo fato do nosso conhecimento a respeito de Deus ser limitado, isto não significa que o que conhecemos aqui será corrigido pelo que conheceremos na eternidade, como se a revelação de Deus contida na Palavra fosse imprecisa. Entendemos que o pouco que podemos conhecer do Deus infinito é fidedigno, pois nosso conhecimento respalda-se em sua Palavra, e cremos que a Bíblia é o registro infalível e inerrante da Palavra de Deus.(Veja em 2 Timóteo 3.16: “Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver.” - NTLH; e em 2 Pedro1.20,21: “Acima de tudo, porém, lembrem disto: ninguém pode explicar, por si mesmo, uma profecia das Escrituras Sagradas. Pois nenhuma mensagem profética veio da vontade humana, mas as pessoas eram guiadas pelo Espírito Santo quando anunciavam a mensagem que vinha de Deus.” - NTLH).

Assim, apesar de ainda não podermos conhecer tudo a respeito de Deus – o finito não pode conter o infinito - , o que conhecemos através da Palavra é a verdade revelada. Não toda a verdade, mas parte da verdade que está em harmonia com o todo.

Viva Jesus!

Deus lhe abençoe!

sábado, setembro 24, 2011

Fé e Palavra de Deus.

A fé exige o conhecimento da Palavra de Deus. Trata-se de uma relação de confiança: como acreditar em alguém que não se conhece? A fé implica no conhecimento do Pai e do Filho pelo testemunho do Espírito Santo (Veja em João 15.26: “Quando, porém, vier o Consolador, que eu vos enviarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que dele procede, esse dará testemunho de mim;” - RA; em João 16.13,14: “Porém, quando o Espírito da verdade vier, ele ensinará toda a verdade a vocês. O Espírito não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que ouviu e anunciará a vocês as coisas que estão para acontecer. Ele vai ficar sabendo o que tenho para dizer, e dirá a vocês, e assim ele trará glória para mim.” - NTLH; e em João 17.3: “E a vida eterna é esta: que eles conheçam a ti, que és o único Deus verdadeiro; e conheçam também Jesus Cristo, que enviaste ao mundo.” - NTLH. É impossível crer e se relacionar pessoalmente com um Deus desconhecido.


A fé é gerada em nós pelo Espírito através da Palavra (Veja Romanos10.17: “Portanto, a fé vem por ouvir a mensagem, e a mensagem vem por meio da pregação a respeito de Cristo.” - NTLH).


Assim como a revelação, a fé é resultado da graça salvadora de Deus (veja em Atos 15.11: “Pelo contrário, por meio da graça do Senhor Jesus, nós, judeus, cremos e somos salvos do mesmo modo que os não-judeus.” - NTLH; em Atos 18.27: “Quando Apolo resolveu ir para a província da Acaia, os cristãos de Éfeso o animaram e escreveram cartas para os irmãos de lá, pedindo que o recebessem bem. Chegando lá, ele ajudou muito aqueles que, pela graça de Deus, haviam crido.” - NTLH; em Efésios 2.8: “Pois pela graça de Deus vocês são salvos por meio da fé. Isso não vem de vocês, mas é um presente dado por Deus.” - NTLH; e em Filipenses 1.29: “Porque vos foi concedida a graça de padecerdes por Cristo e não somente de crerdes nele,” - RA).


A fé não é irracional. Ela respalda-se em Deus e na Sua promessa. Foi isso que fez Abraão, conforme vemos em Romanos 4.20,21: “Abraão não perdeu a fé, nem duvidou da promessa de Deus. A sua fé o encheu de poder, e ele louvou a Deus porque tinha toda a certeza de que Deus podia fazer o que havia prometido.” - NTLH.


Devemos ter como certo que o limite da fé está circunscrito pelos parâmetros da Escritura (Veja em Deuteronômio 29.29: “As coisas encobertas pertencem ao SENHOR, nosso Deus, porém as reveladas nos pertencem, a nós e a nossos filhos, para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei.” - RA). Ou seja, não podemos crer além do que Deus nos revelou na Bíblia. A Palavra de Deus deve ser sempre o guia da nossa fé.


Por isso devemos estar atentos à Palavra de Deus, para entendê-la e praticá-la (confira em João 1.8: “João não era a luz, mas veio para falar a respeito da luz,” - NTLH; em Salmo 119.97: “Como eu amo a Tua lei! Penso nela o dia todo.” - NTLH; em Filipenses 3.14,15: “Corro direto para a linha de chegada a fim de conseguir o prêmio da vitória. Esse prêmio é a nova vida para a qual Deus me chamou por meio de Cristo Jesus. Todos nós que somos espiritualmente maduros devemos ter essa maneira de pensar. Porém, se alguns de vocês pensam de maneira diferente, Deus vai tornar as coisas claras para vocês.” - NTLH; e em Tiago 1.22-25: “Não se enganem; não sejam apenas ouvintes dessa mensagem, mas a ponham em prática. Porque aquele que ouve a mensagem e não a põe em prática é como uma pessoa que olha no espelho e vê como é. Dá uma boa olhada, depois vai embora e logo esquece a sua aparência. O evangelho é a lei perfeita que dá liberdade às pessoas. Se alguém examina bem essa lei e não a esquece, mas a põe em prática, Deus vai abençoar tudo o que essa pessoa fizer.” - NTLH).


Viva Jesus!


Deus lhe abençoe!

quarta-feira, setembro 07, 2011

A Bíblia nos leva a Deus.

A Bíblia nos leva a Deus.

A constatação da revelação de Deus gera em nós dois sentimentos: humildade – por sabermos que tudo o que temos e sabemos provém de Deus (Veja em João 15.5: “ —Eu sou a videira, e vocês são os ramos. Quem está unido comigo e eu com ele, esse dá muito fruto porque sem mim vocês não podem fazer nada.” - NTLH; em 1 Coríntios 4.7: “Quem é que fez você superior aos outros? Por acaso não foi Deus quem lhe deu tudo o que você tem? Então por que é que você fica todo orgulhoso como se o que você tem não fosse dado por Deus?” - NTLH; e em 2 Coríntios 3.5: “Em nós não há nada que nos permita afirmar que somos capazes de fazer esse trabalho, pois a nossa capacidade vem de Deus.” - NTLH); e alegria – por termos acesso a revelação de Deus, que é a verdade.

Tais sentimentos, com o estudo da Palavra, devem conduzir-nos a adoração (Veja em Mateus 4.10: “Jesus respondeu: —Vá embora, Satanás! As Escrituras Sagradas afirmam: “Adore o Senhor, seu Deus, e sirva somente a Ele.”” - NTLH; em Hebreus 13.15: “Por isso, por meio de Jesus Cristo, ofereçamos sempre louvor a Deus. Esse louvor é o sacrifício que apresentamos, a oferta que é dada por lábios que confessam a sua fé nele.” - NTLH; e em 1 Pedro 2.9: “Mas vocês são a raça escolhida, os sacerdotes do Rei, a nação completamente dedicada a Deus, o povo que pertence a Ele. Vocês foram escolhidos para anunciar os atos poderosos de Deus, que os chamou da escuridão para a Sua maravilhosa luz.” - NTLH).

A Bíblia nos foi confiada a fim de que, mediante a iluminação do Espírito Santo, sejamos conduzidos a Jesus (Veja em João 5.39: “Vocês estudam as Escrituras Sagradas porque pensam que vão encontrar nelas a vida eterna. E são elas mesmas que dão testemunho a Meu favor.” - NTLH; e em Lucas 24.27,44: “E começou a explicar todas as passagens das Escrituras Sagradas que falavam dEle, iniciando com os livros de Moisés e os escritos de todos os Profetas. Depois disse: —Enquanto ainda estava com vocês, eu disse que tinha de acontecer tudo o que estava escrito a Meu respeito na Lei de Moisés, nos livros dos Profetas e nos Salmos.” - NTLH).

É Ele quem nos leva ao Pai (Veja João 14.6,7: “Jesus respondeu: —Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém pode chegar até o Pai a não ser por mim. Agora que vocês me conhecem, conhecerão também o meu Pai. E desde agora vocês o conhecem e o têm visto - NTLH; em 1 Timóteo 2.5: “Pois existe um só Deus e uma só pessoa que une Deus com os seres humanos—o ser humano Cristo Jesus,” - NTLH; e em 1 Pedro 3.18: “Pois o próprio Cristo sofreu uma vez por todas pelos pecados, um homem bom em favor dos maus, para levar vocês a Deus. Ele morreu no corpo, mas foi ressuscitado no Espírito,” - NTLH) e nos dá vida abundante (Veja em João 10.10: “O ladrão só vem para roubar, matar e destruir; mas eu vim para que as ovelhas tenham vida, a vida completa.” - NTLH; e em Colossences 3.4: “Cristo é a verdadeira vida de vocês, e, quando ele aparecer, vocês aparecerão com ele e tomarão parte na sua glória.” - NTLH).

A Palavra de Deus foi registrada na Bíblia para que cumpramos os preceitos de Deus (Veja em Deuteronômio 29.29: “—Há coisas que não sabemos, e elas pertencem ao SENHOR, nosso Deus; mas o que Ele revelou, isto é, a Sua Lei, é para nós e para os nossos descendentes, para sempre. Ele fez isso a fim de que obedecêssemos a todas as Suas leis.” - NTLH; em Josué 1.8: “Fale sempre do que está escrito no Livro da Lei. Estude esse livro dia e noite e se esforce para viver de acordo com tudo o que está escrito nele. Se fizer isso, tudo lhe correrá bem, e você terá sucesso.” - NTLH; em 2 Timóteo 3.15,16: “E, desde menino, você conhece as Escrituras Sagradas, as quais lhe podem dar a sabedoria que leva à salvação, por meio da fé em Cristo Jesus. Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver.” (2 Timóteo 3:15-16 NTLH); e em Tiago 1.22: “Não se enganem; não sejam apenas ouvintes dessa mensagem, mas a ponham em prática.” - NTLH).

Ela foi-nos concedida para que conheçamos o seu autor ; e, conhecendo-O, O adoremos; e, adorando-O, mais O conheçamos Veja Oséias 6.3: “Vamos nos dedicar mais e mais ao SENHOR! Tão certo como nasce o sol, ele virá nos ajudar; virá tão certamente como vêm as chuvas da primavera que regam a terra.” - NTLH; e em 2 Pedro 3.18: “Porém continuem a crescer na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Glória a ele, agora e para sempre! Amém!” - NTLH).

Devemos procurar ser conduzidos a Deus. A revelação na Bíblia nos foi dada com esse propósito e devemos usá-la com essa finalidade.

Viva Jesus!

Deus lhe abençoe!

sábado, julho 16, 2011

O Mundo dá Testemunho da Glória de Deus.

Deus não criou o mundo para satisfazer a curiosidade humana, mas como testemunho da Sua glória. Ele ainda dá testemunho da Sua existência e do bondoso cuidado para com o homem (Veja Atos 14.17: “Mas Deus sempre mostra quem Ele é por meio das coisas boas que faz: é Ele quem manda as chuvas do céu e as colheitas no tempo certo; é Ele quem dá também alimento para vocês e enche o coração de vocês de alegria.” - NTLH).
Deus está ativo preservando a criação para o fim proposto por Ele mesmo (Confira em Neemias 9.6: “Aí o povo de Israel fez esta oração: “Ó Deus, só tu és o SENHOR! Tu fizeste os céus e as estrelas. Tu fizeste a terra, o mar e tudo o que há neles; tu conservas a todos com vida. Os seres celestiais ajoelham-se e te adoram.” - NTLH; em Atos 17.28: “Porque, como alguém disse: “NEle vivemos, nos movemos e existimos.” E alguns dos poetas de vocês disseram: “Nós também somos filhos dEle.”” - NTLH; em Efésios 4.6: “E há somente um Deus e Pai de todos, que é o Senhor de todos, que age por meio de todos e está em todos.” - NTLH; em Colossences 1.17: “Antes de tudo, Ele já existia, e, por estarem unidas com Ele, todas as coisas são conservadas em ordem e harmonia.” - NTLH; e em Hebreus 1.3: “O Filho brilha com o brilho da glória de Deus e é a perfeita semelhança do próprio Deus. Ele sustenta o Universo com a sua palavra poderosa. E, depois de ter purificado os seres humanos dos seus pecados, sentou-se no céu, do lado direito de Deus, o Todo-Poderoso.” - NTLH).
Ele faz todas as coisas conforme o conselho da Sua vontade (Confira em Efésios 1.11: “Todas as coisas são feitas de acordo com o plano e com a decisão de Deus. De acordo com a sua vontade e com aquilo que ele havia resolvido desde o princípio, Deus nos escolheu para sermos o seu povo, por meio da nossa união com Cristo.” - NTLH; e no Salmo 115.3: “No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada.” - RA). O homem natural pode não saber disso, não aceitar e até combater tal “absurdo”; entretanto, o que pode ele fazer contra a verdade? (veja em 2 Coríntios 13.8: “Pois nós não podemos fazer nada contra a verdade, mas somente a favor da verdade.” - NTLH).
Os argumentos que tentam negar a existência de Deus, não passam de ignorância e falsa interpretação da revelação de Deus.
Viva Jesus!
Deus lhe abençõe!

sábado, julho 02, 2011

A Criação como revelação de Deus.

A Criação como revelação de Deus.
Deus, causa primeira de todo o conhecimento, proporciona ao homem – mediante a criação – a natureza, a oportunidade e a responsabilidade de conhecer a realidade do mundo físico. Contudo, esse conhecimento não é completo nem absolutamente claro por causa do pecado, que obscureceu o conhecimento humana. Mesmo que a natureza reflita as glórias de Deus, isso ainda se dá de forma deformada.
Todavia, a história, a natureza e o homem refletem algo do Criador (Veja no Salmo 139.14: “Graças te darei, pois sou assombrosa e maravilhosamente feito: Maravilhosas são as tuas obras; E a minha alma o sabe muito bem.” - TB). Por isso, os homens são indesculpáveis (Veja em Romanos 1.19,20: “Deus castiga essas pessoas porque o que se pode conhecer a respeito de Deus está bem claro para elas, pois foi o próprio Deus que lhes mostrou isso. Desde que Deus criou o mundo, as suas qualidades invisíveis, isto é, o seu poder eterno e a sua natureza divina, têm sido vistas claramente. Os seres humanos podem ver tudo isso nas coisas que Deus tem feito e, portanto, eles não têm desculpa nenhuma.” - NTLH).
Deus expressa Seu pensamento e Sua vontade no mundo, na criação, envolvendo o homem com a manifestação visível da Sua glória, que é proclamada, apesar do pecado, de forma fecunda nas obras da criação (Veja no Salmo 19.1: “Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos.” - RA; e em Atos 14.17: “contudo, não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria.” - RA).
Deus, o mundo e o homem são as três realidades com as quais a ciência e a filosofia se ocupam. Se Deus não tivesse primeiramente – de forma livre e soberana – se revelado (Veja no Salmo 115.3: “No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada.” - RA; e em Romanos 11.33-36: “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o Seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a Ele para que lhe venha a ser restituído? Porque dEle, e por meio dEle, e para Ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente. Amém!” - RA), toda e qualquer ciência seria impossível.
O mundo, até mesmo o homem, é o grande laboratório de todas as ciências. Só que quem criou esse laboratório foi Deus, deixando ao homem a responsabilidade de estudá-lo, descobrindo os enigmas que estão por trás das leis que funcionam de acordo com as leis do Criador.
Viva Jesus!
Deus lhe abençõe!