terça-feira, fevereiro 02, 2010

A Criação como revelação de Deus.

     Deus, causa primeira de todo o conhecimento, proporciona ao homem – mediante a criação – a natureza, a oportunidade e a responsabilidade de conhecer a realidade do mundo físico. Contudo, esse conhecimento não é completo nem absolutamente claro por causa do pecado, que obscureceu o conhecimento humana. Mesmo que a natureza reflita as glórias de Deus, isso ainda se dá de forma deformada.
     Todavia, a história, a natureza e o homem refletem algo do Criador (Veja no Salmo 139.14: “Graças te darei, pois sou assombrosa e maravilhosamente feito: Maravilhosas são as tuas obras; E a minha alma o sabe muito bem.” - TB). Por isso, os homens são indesculpáveis (Veja em Romanos 1.19,20: “Deus castiga essas pessoas porque o que se pode conhecer a respeito de Deus está bem claro para elas, pois foi o próprio Deus que lhes mostrou isso. Desde que Deus criou o mundo, as suas qualidades invisíveis, isto é, o seu poder eterno e a sua natureza divina, têm sido vistas claramente. Os seres humanos podem ver tudo isso nas coisas que Deus tem feito e, portanto, eles não têm desculpa nenhuma.” - NTLH).
     Deus expressa Seu pensamento e Sua vontade no mundo, na criação, envolvendo o homem com a manifestação visível da Sua glória, que é proclamada, apesar do pecado, de forma fecunda nas obras da criação (Veja no Salmo 19.1: ; e em Atos14.17:“Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos.” - RA  “contudo, não se deixou ficar sem testemunho de si mesmo, fazendo o bem, dando-vos do céu chuvas e estações frutíferas, enchendo o vosso coração de fartura e de alegria.” - RA).
     Deus, o mundo e o homem são as três realidades com as quais a ciência e a filosofia se ocupam. Se Deus não tivesse primeiramente – de forma livre e soberana – se revelado (Veja no Salmo 115.3: “No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada.” - RA; e em Romanos 11.33-36: “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Quem, pois, conheceu a mente do Senhor? Ou quem foi o Seu conselheiro? Ou quem primeiro deu a Ele para que lhe venha a ser restituído? Porque dEle, e por meio dEle, e para Ele são todas as coisas. A Ele, pois, a glória eternamente. Amém!” - RA), toda e qualquer ciência seria impossível.
     O mundo, até mesmo o homem, é o grande laboratório de todas as ciências. Só que quem criou esse laboratório foi Deus, deixando ao homem a responsabilidade de estudá-lo, descobrindo os enigmas que estão por trás das leis que funcionam de acordo com as leis do Criador.
     Viva Jesus!

sábado, dezembro 12, 2009

Deus, o autor de todo o conhecimento.

     Deus como fonte de todo o conhecimento tem a consciência total da perfeição e amplitude do seu conhecimento. Ele se conhece perfeitamente, tendo ciência de toda a sua perfeição. Qualquer tipo de conhecimento parte de Deus, a fonte inesgotável.

     Conclui-se daí algumas coisas: 1) Deus é o princípio essencial de todo o conhecimento, até mesmo do conhecimento científico; logo, 2) toda a verdade provém de Deus; 3) a ciência e a fé não se contradizem; o mesmo doador da fé (Veja em Efésios 2.8: “Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus;” - RA) é o criador das verdades científicas; logo, quando ambos, fé e conhecimento científico parecem contraditórias, é porque há compreensão errada da fé ou a ciência está laborando em erro.

     O teólogo deve interpretar as Escrituras sempre em submissão ao Espírito de Deus, sem cair em dogmatismo ingênuo, nem em relativismo dogmático, que corre sempre atrás dos modismos científicos e filosóficos para adaptá-los à teologia. É preciso entender que a Palavra de Deus é mais rica que qualquer dogma ou sistema doutrinário, por melhor que seja.

     A Palavra de Deus é que é poderosa. Lembre-se que em Gênesis 1.2 (“A terra era um vazio, sem nenhum ser vivente, e estava coberta por um mar profundo. A escuridão cobria o mar, e o Espírito de Deus se movia por cima da água.” - NTLH) não havia mundo até que Deus começou a falar. Quando Deus fala as coisas acontecem. Suas Palavras criam um mundo totalmente novo. A Palavra de Deus não é como meras palavras. Com ela liberamos verdades poderosas e imprevisíveis, transformando vidas aqui e agora e para sempre. Por isso o critério último de análise será sempre: o Espírito Santo falando nas Escrituras.

     O mundo do conhecimento pertence a Deus. Ele é o seu autor e revelador. Não existe conhecimento fora de Deus. Quando nos referimos ao conhecimento que podemos ter de Deus, de Seu caráter e de Sua majestade, reafirmamos a verdade bíblica de que esse conhecimento provém dEle mesmo.

     A teologia, portanto, é uma busca humana por compreender e sistematizar a revelação de Deus nas Escrituras. A teologia está sempre a caminho em busca de uma compreensão mais exaustiva das Escrituras, tendo como pressuposto que a Bíblia é o registro inspirado e inerrante da Palavra de Deus. Uma visão relapsa da Palavra determina o fracasso teológico e espiritual da Igreja.

     Viva Jesus!

     Deus lhe abençoe!

sábado, novembro 21, 2009

O Deus que se revela.

     A Bíblia parte do pressuposto da existência de Deus (Confira no Salmo 90.2: “Antes de formares os montes e de começares a criar a terra e o Universo, tu és Deus eternamente, no passado, no presente e no futuro.” - NTLH). Moisés, por revelação divina, registra e narra de forma inspirada (Veja em 2 Pedro 1.20,21: “Acima de tudo, porém, lembrem disto: ninguém pode explicar, por si mesmo, uma profecia das Escrituras Sagradas. Pois nenhuma mensagem profética veio da vontade humana, mas as pessoas eram guiadas pelo Espírito Santo quando anunciavam a mensagem que vinha de Deus.” - NTLH) os atos criadores de Deus, sem se preocupar em falar mais detalhadamente a respeito daquele que, mediante a Sua Palavra, faz que do nada surja a vida, criando o universo, estabelecendo suas leis próprias e avaliando sua criação como boa.

     Moisés apenas o apresenta exercitando o seu poder de forma criadora, segundo o seu eterno propósito. Ele cria segundo Sua Palavra, e isto nos enche de admiração e reverente temor: A Palavra de Deus é o Verbo Criador que manifesta a determinação e o poder de Deus (Veja Gênesis 1.1,26,27: “No começo Deus criou os céus e a terra. Aí ele disse: —Agora vamos fazer os seres humanos, que serão como nós, que se parecerão conosco. Eles terão poder sobre os peixes, sobre as aves, sobre os animais domésticos e selvagens e sobre os animais que se arrastam pelo chão. Assim Deus criou os seres humanos; ele os criou parecidos com Deus. Ele os criou homem e mulher” - NTLH);

     em Salmo 33.6,9: “Por meio da sua palavra, o SENHOR fez os céus; pela sua ordem, ele criou o sol, a lua e as estrelas. Pois Ele falou, e o mundo foi criado; Ele deu ordem, e tudo apareceu.” - NTLH; em João 1.1-3: “Antes de ser criado o mundo, aquele que é a Palavra já existia. Ele estava com Deus e era Deus. Desde o princípio, a Palavra estava com Deus. Por meio da Palavra, Deus fez todas as coisas, e nada do que existe foi feito sem ela.” - NTLH; e em Hebreus 11.3: “É pela fé que entendemos que o Universo foi criado pela palavra de Deus e que aquilo que pode ser visto foi feito daquilo que não se vê.” - NTLH; o qual criou as coisas com Sabedoria (Veja em Provérbios 3.19: “Com a Sabedoria o SENHOR Deus criou a terra; e com o seu conhecimento colocou o céu no lugar próprio.” - NTLH).

     Viva Jesus!

sexta-feira, outubro 16, 2009

Outras Evidências da Inspiração da Bíblia.

Além do testemunho explícito interno da própria Bíblia, há outras evidências que comprovam a inspiração da Escritura. Destacamos aqui as principais:

As profecias cumpridas – São muitas as profecias que se cumpriram, especialmente as relativas à pessoa e a obra de Cristo, com detalhes e precisão consideráveis. Todas elas testificam da inspiração da Bíblia.

A unidade da Bíblia – Não obstante a diversidade de autores, de épocas, de circunstâncias históricas e de culturas em que a Bíblia foi escrita, contudo, seus testemunhos, ensinos e princípios são harmônicos entre si; sua mensagem é uma só. Existe uma unidade na diversidade. Este fato testifica que ela foi produzida sob a inspiração divina.

O poder transformador das Escrituras – As palavras da Bíblia tem se mostrado poderosas para mudar a vida das pessoas que a aceitam e crêem. Além dos exemplos tirados da própria Escritura (Veja em 1 Tessalonicenses 2.13: “Outra razão ainda temos nós para, incessantemente, dar graças a Deus: é que, tendo vós recebido a palavra que de nós ouvistes, que é de Deus, acolhestes não como palavra de homens, e sim como, em verdade é, a palavra de Deus, a qual, com efeito, está operando eficazmente em vós, os que credes.” - RA; e 1 Pedro 1.23: “pois fostes regenerados não de semente corruptível, mas de incorruptível, mediante a palavra de Deus, a qual vive e é permanente.” - RA, também poderíamos apontar exemplos das experiências pessoais de milhares de pessoas. Este poder inerente à mensagem da Bíblia mostra que ela é diferente dos demais livros, um livro inspirado por Deus.

O conteúdo do ensino bíblico – A profundidade, a consistência e a relevância sempre atual do ensino da Bíblia é mais uma indicação de que seus autores escreveram debaixo da direção infalível do Espírito de Deus. Por exemplo, suas informações sobre a origem do mundo, a profundidade de seus pensamentos, a coerência dos seus ensinos, o padrão elevado de sua ética, tudo isso indica que a Bíblia é um livro de Deus para humanidade.

A história maravilhosa da Bíblia – A história da Bíblia, tanto na sua formação, divulgação e preservação, enfrentando e vencendo as mais duras batalhas daqueles que queriam a sua destruição, sendo ela hoje o livro mais divulgado, mais desejado e mais lido em todo o mundo, tudo isto se constitui num forte indício de que Deus estava na direção de tudo para que a humanidade não ficasse sem o testemunho fidedigno de Sua revelação.

Viva Jesus!

Deus lhe abençoe!

quarta-feira, setembro 30, 2009

Inspiração do Novo Testamento.

Jesus Cristo pré-autenticou os escritos do Novo Testamento ao afirmar que o Espírito Santo, que viria sobre os seus discípulos, os ensinaria 'todas as coisas' e os faria lembrar “de tudo quanto” Ele lhes havia dito. Veja em João 14.26: “mas o Consolador, o Espírito Santo, a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito.” - RA. O mesmo Espírito Santo os guiaria a “toda a verdade” e lhes anunciaria “as coisas vindouras” (Veja João 16.13: “quando vier, porém, o Espírito da verdade, ele vos guiará a toda a verdade; porque não falará por si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e vos anunciará as coisas que hão de vir.” - RA).


Assim o que os apóstolos escreveram (o Novo Testamento), está incluído na categoria de “Escritura” juntamente com o Antigo Testamento (Veja em 2 Pedro 3.16: “ao falar acerca destes assuntos, como, de fato, costuma fazer em todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles.” - RA).


Além disso os apóstolos deram testemunho de sua inspiração ao escreverem seus livros (Veja em 1 Coríntios 14.37: “Se alguém pensa que é mensageiro de Deus ou que tem algum dom espiritual, deve saber que o que estou escrevendo é mandamento do Senhor.” - NTLH; em 1 Tessalonicenses 4.2: “Pois vocês conhecem os ensinamentos que demos pela autoridade do Senhor Jesus.” - NTLH; em 2 Pedro 3.2: “para que vos recordeis das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos vossos apóstolos,” - RA;


e Apocalipse 22.6-10: “Disse-me ainda: Estas palavras são fiéis e verdadeiras. O Senhor, o Deus dos espíritos dos profetas, enviou seu anjo para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer. Eis que venho sem demora. Bem-aventurado aquele que guarda as palavras da profecia deste livro. Eu, João, sou quem ouviu e viu estas coisas. E, quando as ouvi e vi, prostrei-me ante os pés do anjo que me mostrou essas coisas, para adorá-lo. Então, ele me disse: Vê, não faças isso; eu sou conservo teu, dos teus irmãos, os profetas, e dos que guardam as palavras deste livro. Adora a Deus. Disse-me ainda: Não seles as palavras da profecia deste livro, porque o tempo está próximo.” - RA.


Viva Jesus!


Deus lhe abençoe!

sábado, setembro 19, 2009

A Inspiração vista na Bíblia.

Vejamos 2 Timóteo 3.16: “Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver.” - NTLH. Esse trecho nos fala da extensão (toda a Escritura), do objeto (Escritura), e da fonte (por Deus) da inspiração. Aqui temos a idéia de uma inspiração plenária, de toda a Escritura. Ela é produto da ação de Deus nos homens.

Vejamos, agora, em 2 Pedro 1.20,21: “sabendo, primeiramente, isto: que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação; porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana; entretanto, homens santos falaram da parte de Deus, movidos pelo Espírito Santo.” - RA. Esse trecho nos dá o objeto (os homens), a extensão (todas as profecias) e a fonte (da parte de Deus) da inspiração. A profecia foi produzida por Deus, através de homens que foram movidos pelo Espírito Santo.

Vejamos em 1 Coríntios 2.13: “Disto também falamos, não em palavras ensinadas pela sabedoria humana, mas ensinadas pelo Espírito, conferindo coisas espirituais com espirituais.” - RA. Esse trecho afirma que a inspiração alcançou as palavras. Os apóstolos falaram “palavras ensinadas pelo Espírito Santo”. A conclusão que tiramos é que o Espírito Santo impeliu e dirigiu os homens para que falassem palavras controladas também por Deus, afim de que tudo quanto escrevessem ou falassem trouxesse a garantia de Deus, sem nenhum engano na mensagem que Ele quis comunicar aos homens.

Afirmação da inspiração do Antigo Testamento.

Passagens como 2 Samuel 23.2: “O Espírito do SENHOR fala por meu intermédio, e a sua palavra está na minha língua.” - RA; Salmo 119.89: “Para sempre, ó SENHOR, está firmada a tua palavra no céu.” - RA; e Isaías 40.8: “seca-se a erva, e cai a sua flor, mas a palavra de nosso Deus permanece eternamente.” - RA; reivindicam inspiração para o Antigo Testamento. A expressão tão costumeira “Assim diz o Senhor” indica a inspiração de Deus sobre os profetas. E como já observamos, Jesus e os apóstolos acreditaram que toda a Escritura era a verdadeira e infalível Palavra de Deus.

Viva Jesus!

Deus lhe abençoe!

sexta-feira, agosto 14, 2009

A Inspiração da Bíblia.


Continuação do post anterior.
A autoridade da Bíblia encontra justificativa na sua inspiração. Inspiração das Escrituras é o “superintender de Deus sobre os autores humanos, para que, usando suas próprias personalidades, eles compusessem e registrassem sem erro a Sua revelação ao homem nas palavras dos manuscritos originais”. Podemos dizer também que inspiração da Bíblia é “a influencia sobrenatural do Espírito Santo sobre os autores das Escrituras, que converteu seus escritos em um registro preciso da revelação ou que faz com que seus escritos sejam realmente a Palavra de Deus”.

O conceito de inspiração implica numa direção efetiva do Espírito de Deus sobre os autores humanos, de tal modo que o que eles escreveram é exatamente aquilo que Deus disse na revelação original e diz para as gerações seguintes, e, portanto, é a Palavra de Deus atual. (veja em Provérbios 30.5,6: “Toda palavra de Deus é pura; ele é escudo para os que nele confiam. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso.” - RA; em Mateus 15.4: “Porque Deus ordenou: Honra a teu pai e a tua mãe; e: Quem maldisser a seu pai ou a sua mãe seja punido de morte.” - RA; em Atos 29.25: “E, havendo discordância entre eles, despediram-se, dizendo Paulo estas palavras: Bem falou o Espírito Santo a vossos pais, por intermédio do profeta Isaías, quando disse:” - RA); e em Hebreus 3.7,8: “Assim, pois, como diz o Espírito Santo: Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração como foi na provocação, no dia da tentação no deserto,” - RA.

Também há a participação dos autores humanos nos escritos: eles buscaram o entendimento da revelação dada, compuseram e registraram as verdades de Deus, sob a influência do Espírito Santo (Veja em Lucas 1.1-4: “Visto que muitos houve que empreenderam uma narração coordenada dos fatos que entre nós se realizaram, conforme nos transmitiram os que desde o princípio foram deles testemunhas oculares e ministros da palavra, igualmente a mim me pareceu bem, depois de acurada investigação de tudo desde sua origem, dar-te por escrito, excelentíssimo Teófilo, uma exposição em ordem, para que tenhas plena certeza das verdades em que foste instruído.” - RA; e em 1 Coríntios 7.25,26: “Com respeito às virgens, não tenho mandamento do Senhor; porém dou minha opinião, como tendo recebido do Senhor a misericórdia de ser fiel. Considero, por causa da angustiosa situação presente, ser bom para o homem permanecer assim como está.” - RA.

É necessário também distinguir inspiração de revelação. Revelação é Deus dando a conhecer as verdades até então ocultas, enquanto que inspiração diz respeito à comunicação ou registro dessas verdades reveladas. Portanto, a revelação tem sentido vertical (Deus se dirigindo ao homem), e a inspiração tem sentido horizontal (o homem se dirigindo ao homem), embora esse processo seja também dirigido pelo Espírito Santo. É possível haver uma coisa sem a outra. Alguém pode ter recebido uma revelação de Deus e não ter a inspiração para comunicar ou registrar essa verdade; como também é possível alguém ter recebido a inspiração sem ter tido revelação, tendo que buscar a verdade de Deus noutras fontes, e não de Deus diretamente. Parece que este é o caso de Lucas. Veja em Lucas 1.1-4.

Viva Jesus !
Deus lhe abençoe!
Continua no próximo post.