domingo, junho 29, 2008

Ouvindo o Espírito Santo.

Deus quer que os Seus filhos enfrentem problemas, confiados no poder do Cristo ressurreto e que os utilizem como oportunidades para que Ele lhes revele Seu poder e Sua graça. É importante lembrar-se de que você não deve tentar resolvê-los unicamente através de seus esforços humanos, mas sim entregá-los a Deus em oração e ouvir a direção do Espírito Santo (Provérbios 3.5-7).

Se você tem pedido ao Espírito Santo que o guie e tem obedecido Seus ensinamentos, pode ter certeza de que a sua “consciência” lhe apontará aquilo que está errado. Consciência é o termo usado para designar aquela voz interior ou aquele “sentimento” que nos diz o que é certo e o que é errado. Ela funciona como uma ferramenta para ajudá-lo a solucionar seus problemas e direcioná-lo na sua vida. Se você tem ignorado sua consciência, vai ter dificuldade em ouvir essa mensagem. Essa lamentável possibilidade é mostrada em Romanos 1.18-32. O versículo 28 explica o processo: “E, por haverem desprezado o conhecimento de Deus, o próprio Deus os entregou a uma disposição mental reprovável para praticarem o que não deviam.”

Você faz mal uso de sua consciência quando ela manda advertências que você ignora. Aquele que está sensível aos alertas que sua consciência emite, sentirá culpa quando errar e desejará pedir perdão a Deus. Mantenha sua consciência sensível, dando atenção a voz interior que o adverte. Sua função é ajudá-lo a distinguir quais soluções deve descartar por serem contra a vontade de Deus.

A preparação espiritual é de suma importância para lhe ajudar a solucionar, com êxito, os problemas. A hora da dificuldade, do estresse, é a hora de aumentar o tempo de oração e de leitura da Bíblia e não de diminui-lo. Problemas podem surgir a qualquer momento e exigirem uma ação imediata. O crente sábio procurará estar sempre pronto espiritualmente, com o seu coração e mente abertos ao direcionamento do Espírito Santo.

O apóstolo Paulo dá ensinamentos muito válidos em 1 Tessalonicenses 5.16-18,21,22: “Estejam sempre alegres. Permaneçam sempre em oração. Sejam sempre agradecidos a Deus, haja o que houver, porque essa é a vontade de Deus para com vocês que pertencem a Cristo Jesus. Não abafem o Espírito Santo. Não zombem daqueles que profetizam, mas ponham a prova tudo o que for dito, para terem a certeza de que é verdade, e se for, então aceitem. Afastem-se de todo o tipo de mal” (BV). Assim sendo, a nossa preparação espiritual deve incluir:

A preparação espiritual prévia o ajudará a saber qual é a vontade de Deus na solução do seu problema. Essa preparação te dará força e coragem e influirá na melhor solução, evitando que você tome decisões que poderiam trazer conseqüências desagradáveis e que não são da vontade de Deus.

Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

sábado, junho 14, 2008

Controle seus pensamentos e sua língua.

As três áreas do domínio próprio que nos ajudarão a evitar problemas ou resolver os já existentes são: nossos pensamentos, a nossa língua e o nosso comportamento. Os pensamentos são a raiz das palavras proferidas e dos atos exteriorizados. Jesus ensinou que o assassinato se origina em pensamentos de ira. De forma semelhante o adultério começa a partir de pensamentos impuros (Mateus 5.21-30). Você possui controle direto sobre os seus pensamentos. Pode se recusar a ficar ruminando pensamentos que poderão gerar problemas. Siga o que a Bíblia ensina em Filipenses 4.8: “Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento”.

Uma boa forma de encher sua mente de pensamentos bons é através de uma boa leitura ou de assistir programas de rádio e televisão educativos ou que edifiquem. O crente deve ter muito critério na seleção de livros, jornais, revistas, programas de rádio, de televisão e outras formas de entretenimento para que possa exercer maior controle sobre seus pensamentos.

Controlar a língua talvez seja a tarefa mais difícil. O Apóstolo Tiago é quem nos ensina em Tiago 3.2: “Se alguém não tropeça no falar é perfeito varão, capaz de refrear também todo o corpo”. Leia também os versículos de 3 a 12 desse mesmo capítulo. Eles enfatizam como a língua pode funcionar como arma mortífera. Se deixarmos de controlá-la, ela poderá causar muitos problemas. Leia também: Provérbios 6.16,19; 16.28; 18.8.

Quando aprendermos a controlar os nossos pensamentos e a nossa língua, seremos capazes de controlar o nosso comportamento. Entretanto para fazer qualquer uma dessas coisas precisaremos de oração e da ajuda do Espírito Santo, pois a nossa natureza pecaminosa nos induzirá a fazer o que é errado. O Apóstolo Paulo reconheceu essa questão e a discutiu em Romanos 7.18,19 e 24,25: “Porque eu sei que em mim, isto é, na minha carne, não habita bem nenhum, pois o querer o bem está em mim; não, porém, o efetuá-lo. Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço ... Miserável homem que sou! Quem me livrará do corpo dessa morte? Graça a Deus por Jesus Cristo, nosso Senhor”.

Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

segunda-feira, maio 19, 2008

Deixe a Bíblia ser seu guia.


Não nos convertemos, para ficar simplesmente procurando uma solução para nos “tirar do aperto”. Devemos procurar as soluções para os nossos problemas na Palavra de Deus, que sejam coerentes com a maneira cristã de viver. A maneira como o crente resolve os seus problemas é muito importante. Em primeiro lugar o crente está comprometido a viver em obediência a Jesus Cristo. Sendo assim, deve examinar todas as possíveis soluções à luz do que a Bíblia diz, dando atenção especial aos ensinamentos de Jesus e de Seus apóstolos. Há muitas passagens na Bíblia que são claras quando falam sobre fazer o que é certo e de acordo com a vontade de Deus. Em vista disso, soluções contrárias aos princípios bíblicos devem ser descartadas!
Em segundo lugar a Bíblia é o “Manual de Instruções” que Deus deixou para nós. As pessoas foram criadas por Deus e Ele sabe o que é necessário para que sejam bem sucedidas. Rejeitar ou ignorar os ensinamentos estabelecidos por Deus é abrir a porta para os problemas e dificuldades. A desobediência traz complicações! Seria muito longo citar aqui todos os versículos que falam da maneira como devemos viver. Devemos ler a Bíblia, nos orientar sobre problemas específicos com os irmãos mais experientes e ver o que a Bíblia tem a dizer sobre eles. Podemos encontrar orientações gerais nos Dez Mandamentos (Êxodo 20.3-17; Deuteronômio 5.7-21) e no Sermão do Monte (Mateus, capítulos 5 a 7; Lucas 6.20-49); epístolas de Paulo, Pedro, Tiago, etc.
Jesus Cristo referendou os Dez Mandamentos e ensinou que toda a Lei e os Profetas dependem do cumprimento dos dois maiores mandamentos, que são: “Amar a Deus de todo o coração, de toda a alma e de todo o entendimento; e, amar ao próximo como a si mesmo” (Mateus 22.37-40).
Há um entendimento corrente de que fomos liberados para deixar de cumprir alguns mandamentos, “pois não estamos mais debaixo da Lei – uma vez que Cristo tomou sobre si a punição dos nossos pecados”. De fato, Cristo nos libertou do domínio do pecado, mas, Ele disse em Mateus 5.17,18: “Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar; vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: Até que o céu e a terra passem, nenhum i ou til jamais passará da Lei, até que tudo se cumpra”.
Portanto, Jesus não acabou com a Lei. Embora, na Nova Aliança, o Código Sacerdotal com os rituais e sacrifícios de animais não sejam mais válidos, e o “sétimo dia” seja o domingo, os cristãos devem obedecer os preceitos da Lei que foram referendados por Jesus Cristo e os Seus Apóstolos. E crer nas Profecias do Antigo Testamento até que tudo se cumpra. O apóstolo Paulo diz que não seremos julgados por ordenanças de alimentos, festas e sábados; que devemos nos unir e obedecer aos ensinamentos de Cristo; que os vícios devem ser abandonados e as virtudes cultivadas. Manda perseverar na oração e suplicar para que Deus nos abra a palavra, afim de falarmos do mistério de Cristo, etc. (Cf. Colossenses 2.14 e seguintes)
Deus não nos entregou Seus Mandamentos porque quer nos ver vivendo como Seus escravos. Em verdade, Ele o fez porque sabia que a nossa obediência a eles nos ajudaria a evitar muitos problemas e a viver uma vida feliz e com propósito.
Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

sexta-feira, maio 16, 2008

A Solução para os Nossos Problemas.


O maior problema que todos nós teremos que solucionar é o problema do pecado. Temos que nos livrar do pecado em nossas vidas. Ainda bem que existe uma solução para resolvermos esse problema! A Bíblia nos mostra que todos os homens pecaram, que somos todos culpados diante de Deus pelos nossos pecados e que não há um justo sequer na terra. Também, nos mostra que a punição para o pecado é a morte, ou seja a separação eterna de Deus.
Quando temos de resolver qualquer dificuldade, qualquer problema, sob a perspectiva correta de Deus, precisamos, antes, solucionar o problema do pecado. Jesus Cristo é a única solução para esse problema. Ao buscarmos o Senhor, recebemos Dele o perdão, quando confessamos os nossos pecados e crermos que Ele é fiel e justo (1 João 1.9). Pela obediência, mantemos a nossa relação com Ele como nosso Senhor e Salvador.
Confessar significa estarmos dispostos a reconhecer que somos pecadores, que estamos arrependidos dos nossos pecados e concordamos em abandonar tais práticas. É reconhecer que queremos que Cristo seja o Senhor e Mestre de nossas vidas, e que estamos dispostos a nos entregar completamente em Suas mãos.
O Plano da Redenção do homem, pecador, foi consumado quando Cristo morreu na cruz e ressuscitou dos mortos. Então, Ele fez a propiciação pelos nossos pecados e nos reconciliou com Deus, restabelecendo a comunhão de Deus com o seu povo. Cristo se fez expiação pelos nossos pecados. Sua ressurreição foi parte essencial do Plano da Redenção. Em 1 Coríntios 15.17,21,22 lemos as seguintes palavras: “e, se Cristo não ressuscitou, é vã (sem valor) a vossa fé, e ainda permanecei em vossos pecados ... Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como em Adão todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo”.
Quando reconhecemos que Cristo foi vitorioso sobre a morte, estamos reconhecendo também que Ele providenciou um caminho para que pudéssemos receber perdão dos nossos pecados e ter vitória sobre eles. Cremos que Ele é poderoso para nos ajudar a vencer a tentação e a viver uma vida íntegra; que Ele dirigirá nossa vida quando depositarmos nossa confiança Nele e nos preparará para vivermos eternamente ao seu lado, no céu.
Uma vez que tivermos confessado nossos pecados e reconhecido Jesus como nosso Mestre e Senhor ressuscitado, precisaremos viver em obediência a Ele e à Sua palavra. É pela obediência que mostramos o nosso amor por Ele. Jesus falou aos Seus discípulos da importância de obedecer: “Se me amardes, guardarei os meus mandamentos. Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que Me ama. Se alguém Me ama, guardará a Minha palavra (João 14.15,21,23).
Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

quarta-feira, maio 07, 2008

Sejamos semelhantes a Cristo nas nossas provações.


Os problemas dos homens resultam do pecado. Por causa dele, vivemos num mundo deteriorado. O pecado trouxe uma maldição sobre o mundo todo e a influência satânica fez com que o caos, as guerras, a violência e o desespero se instalassem nele. Conforme o Salmo 51.5, sabemos também que todos os homens já nascem naturalmente pecadores (Romanos 3.23).
Nossos problemas nem sempre são causados pelos nossos pecados pessoais. Muitos deles são causados por forças que se encontram fora do nosso controle. Pode acontecer um desastre natural como uma erupção vulcânica, um terremoto ou maremoto, etc. Ou, talvez, problemas dentro de sua família, tais como doença, morte, dificuldades financeiras, ou outras situações que fugiram ao seu controle. Nesses casos, a raiz dos seus problemas está na maldição que caiu sobre a terra por causa do pecado que Adão cometeu no Éden e não podem ser atribuídos aos pecados pessoais que cometemos.
A Bíblia deixa claro que tanto os crentes piedosos como os pecadores incrédulos poderão enfrentar tais problemas, simplesmente pelo fato de vivermos em um mundo amaldiçoado pelo pecado (Gênesis 3.17). Em 1 João 5.19, a Bíblia nos ensina que nós somos de Deus, mas o mundo inteiro jaz no maligno. Em Mateus 24.4-9 Jesus nos mostra alguns acontecimentos funestos que antecederão a sua segunda vinda.
Mas, por que Deus permite que o seu povo sofra com esses problemas? É verdade que Deus pode nos livrar de nossas lutas. Pode ser que recebamos um milagre de cura, ou então que Deus tenha suprido as nossas necessidades de uma forma milagrosa. Quando isso acontece, ficamos muito agradecidos e felizes. Não obstante, sabemos que, vez por outra, Deus permitirá que experimentemos provações. Ele não faz isso por gostar de nos ver sofrendo. E sim, porque se importa conosco. E o Seu cuidado vai muito além da nossa momentânea provação.
Existe um motivo pelo qual devemos nos alegrar, durante a provação. É que a alegria que temos no Senhor nos fortalece (Neemias 8.10 b), de forma que podemos ser vitoriosos sobre os nossos problemas. Em 1 Pedro 1.6-7 aprendemos que devemos nos regozijar, quando estivermos passando por todo tipo de provação. Nessa passagem Pedro explica que o ouro para ser apurado e purificado, deve ser colocado no fogo. É através das lutas que enfrentamos, que a nossa fé é purificada e refinada. Quando Deus permite que sejamos provados, devemos nos lembrar de que Ele prometeu estar conosco. Em 1 Coríntios 10.13 vemos que Deus não permitirá que sejamos provados além de nossas forças; e, que Ele nos proverá livramento, de sorte que a possamos suportar.
A vontade de Deus é que nos tornemos semelhantes a Jesus. A nossa vida na terra é uma preparação para a vida eterna que teremos no céu. Deus está muito interessado em nos ajudar a amadurecer na nossa experiência com Ele, para que sejamos cada vez mais semelhantes a Cristo. Se encararmos as nossas dificuldades com a atitude correta, Deus as usará para o nosso bem, para desenvolver em nós as características de Cristo.
Em Romanos 8.17,28,29 aprendemos que participar dos sofrimentos de Cristo é um dos aspectos do processo de sermos formados à Sua imagem; que aqueles que amam ao Senhor e confiam Nele para dirigir suas vidas, obterão benefícios espirituais das dificuldades que enfrentam; e, que o propósito de Deus ao fazer com que todas as dificuldades que enfrentamos contribuam para o nosso bem é nos tornar semelhantes ao Seu Filho, afim de que Ele seja o primogênito entre muitos irmãos.
Paulo expressa muito bem essa verdade em 2 Coríntios 4.7-10: “Temos porém este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. Em tudo somos atribulados, porém não angustiados; perplexos, porém não desanimados; perseguidos, porém não desamparados; abatidos, porém não destruídos; levando sempre no corpo o morrer de Jesus para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo”.
É o poder de Deus em nós que nos faz capazes de carregar nossos fardos sem nos sentirmos oprimidos, desesperados ou destruídos. E o propósito é que Jesus possa ser revelado em nós! Essa é a nossa gloriosa esperança!
Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

terça-feira, abril 29, 2008

A Origem de Nossos Problemas.


Pouco antes de Sua morte na cruz, Jesus falou aos Seus discípulos a respeito do que iria acontecer a eles quando Ele retornasse aos céus. Uma das coisas que disse foi: “ ... No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo” (João 16.33). Após ter dito essas palavras, Jesus orou: “ ... Pai Santo guarda-os em Teu nome ... Não peço que os tires do mundo, e sim que os guardes do mal” (João 17.11,15).
Enquanto permanecermos no mundo enfrentaremos problemas. A Bíblia nos conta que Adão e Eva foram criados como seres humanos perfeitos em um mundo perfeito. (Gênesis 2). Desfrutavam de perfeita comunhão com Deus e não tinham nenhum tipo de problema. Entretanto, Deus deu a eles o poder de escolherem obedecê-Lo e servi-Lo.
Porém, havia no mundo uma influência maligna, satanás, a quem Jesus chamou de mal (João 17.15). Ele estava no Éden sob a forma de uma serpente. A Bíblia não nos fala como ele entrou no jardim, mas nos conta em Gênesis 3 como a serpente (satanás) usou sua influência maligna para persuadir Adão e Eva a desobedecerem a Deus. Por causa da sua desobediência, Deus amaldiçoou a terra, e por causa do pecado, toda a terra e toda a humanidade foram prejudicadas. Daí surgiram a dor, o sofrimento, as lutas, os infortúnios e a necessidade de o homem trabalhar arduamente. Nos versículos 16-19 do Capítulo 3 do livro de Gênesis encontramos um registro da maldição que foi lançada sobre a terra por causa do pecado. É por causa dessa maldição que envelhecemos e morremos. Infortúnios como a fome, as inundações, os terremotos surgiram por causa do pecado, pecado esse que tornou a terra imperfeita. Por causa dele, precisamos lutar contra o vento e a tempestade, as doenças e as pragas, para obtermos alimento para o nosso sustento. É por causa do pecado que muitas crianças nascem com deficiências físicas, lesões cerebrais e outras doenças.
Quando pecamos, é uma escolha pessoal e somos individualmente responsáveis pelo nosso pecado. Em Romanos 5.12 lemos as seguinte palavras: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram”.
Esses versículos nos mostram que cada um de nós já nasce com a capacidade de pecar e que somos responsáveis pelas nossas próprias escolhas de fazer o bem ou o mal. Muitos de nossos problemas são conseqüências de atos pecaminosos que cometemos, de palavras que falamos sem pensar ou de atitudes pecaminosas como a cobiça, a inveja, ou as prioridades erradas. A Bíblia nos conta a história de um homem que esteve doente um bom tempo e que foi curado por Jesus. Mais tarde, quando Jesus o encontrou, deu-lhe o seguinte conselho: “Olha, que já estás curado: não peques mais, para que não te suceda coisa pior” (João 5.14). Aparentemente, a doença daquele homem fora o seu pecado.
Pessoas que marcam e agridem os seus corpos – ou pelo uso de drogas ou de cigarro, seja por comerem ou beberem demais, ou ainda por usá-lo imoralmente ou para qualquer outro ato de depravação – também estão sujeitas a severos problemas físicos decorrentes de suas ações. Quando pecamos por desobediência a Deus e à Sua palavra, podemos atrair certos problemas para nós mesmos, como por exemplo: lares desfeitos, relacionamentos destruídos, tristeza, sofrimento, enfermidades e até mesmo a morte. Romanos 6.23 lembra-nos que “ o salário do pecado é a morte”. Não se trata apenas da morte física, mas também da morte espiritual, que é a separação eterna de Deus.
Às vezes, a maneira como reagimos às adversidades, pode gerar mais problemas. Por exemplo, atitudes negativas ou queixas são maneiras pecaminosas de reagir às circunstâncias que enfrentamos. Quando reagimos assim, nossos problemas podem derrotar-nos e causar a perda de nossa comunhão com Deus. Se a nossa atitude for correta, ficará mais fácil transformar os nossos problemas em vitórias e o resultado será o nosso crescimento espiritual.
Contudo, a maravilhosa verdade é que Deus continua nos amando, mesmo quando pecamos. Quando confessarmos os nossos pecados e, arrependidos, pedirmos a Sua ajuda, Ele nos auxiliará a encontrar a solução para todos os nossos problemas.
Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

quarta-feira, abril 23, 2008

Lidando com os problemas sexuais – A mente renovada.


Problemas de ordem sexual podem ser muito delicados e desagradáveis. Contudo, se formos obedientes à Palavra de Deus veremos que as soluções que ela aponta são suficientes para lidarmos com qualquer problema. Por isso é fundamental que conheçamos os princípios bíblicos que se aplicam a cada caso. Coloque esses princípios em prática em sua própria vida, para que você possa “ser transformado pela renovação de sua mente” (Romanos 12.2) através das instruções que Ele deu para que você seja capaz de fugir da tentação e honrar a Deus como templo do Seu Santo Espírito.
Quando a pessoa alimenta pensamentos sexuais ilícitos e se deixa levar por “fantasias” sexuais, os pensamentos se transformam em luxúria, e luxúria é pecado. O cristão não deve se surpreender se for tentado – até Jesus foi tentado (Hebreus 4.15) – mas a Bíblia transmite uma mensagem de esperança. Ela mostra que é possível não ficar alimentando pensamentos pecaminosos e não ceder a tentações de qualquer espécie (1 Coríntios 10.13).
Não importa o julgamento das pessoas ou as terríveis conseqüências de seu pecado – sempre há perdão na pessoa de Cristo. Ele não apenas perdoará os seus pecados como também o ajudará a começar uma vida nova!
A pessoa que cometeu um pecado sexual e o confessou a Deus, pode estar certa de que Deus o perdoou, de que Ele renovará a sua mente se ela se render à Sua vontade. A confissão do pecado e o arrependimento se transformou em confissão do amor de Deus que se manifesta tanto maior quanto grande for o pecado (Romanos 5.20). Não estará mais sob a condenação do pecado porque foi liberta dele! Vejamos o que a Bíblia diz sobre isso:
“Agora, pois, já nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus. Porque a lei do Espírito da vida em Cristo Jesus te livrou da lei do pecado e da morte. (...) Porque os que se inclinam para a carne, cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, das coisas do Espírito. Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito para a vida e a paz” (Romanos 8.1,2,5,6).
Viva Jesus!
Deus lhe abençoe
!