Mensagens da Palavra de Deus contendo as principais doutrinas bíblicas. Este blog destina-se a divulgar mensagens bíblicas. "AS MINHAS OVELHAS ESCUTAM A MINHA VOZ; EU AS CONHEÇO E ELAS ME SEGUEM" (Jo 10.27)
terça-feira, agosto 04, 2015
sábado, agosto 01, 2015
O Espírito Santo - 02.
Continuação
do post anterior.
Associações
do Espírito Santo com a Natureza Divina.
Diversos versículos da Bíblia revelam a deidade do Espírito Santo,
mediante as Suas associações. Nos dois primeiros exemplos alistados
a seguir, a deidade do Espírito Santo fica entendida através de Sua
associação com as outras Pessoas de Trindade. Vemos a igualdade
essencial de pessoas, como também a igualdade essencial de deidade:
- Coríntios 13.13 – a bênção apostólica: “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo sejam com todos vós”
- 1 Coríntios 12 – Nesse capítulo vemos a Igreja como o corpo místico de Cristo (v. 27: “ Ora, vós sois corpo de Cristo; e, individualmente, membros desse corpo” ). Deus nomeia ministros para Sua Igreja, a fim de ajudá-la em seu desenvolvimento (v. 28: “A uns estabeleceu Deus na igreja, primeiramente, apóstolos; em segundo lugar, profetas; em terceiro lugar, mestres; depois, operadores de milagres; depois, dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas”). E é o Espírito Santo quem, soberanamente, distribui dons entre os membros desse corpo místico (v. 11: “Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as, como lhe apraz, a cada um, individualmente”). O inter-relacionamento que aí percebemos só pode ser explicado com base no fato da plena igualdade de cada Pessoa da bendita Trindade. Somente sobre essa base é que o Espírito Santo pode exercer os Seus direitos de deidade, distribuindo soberanamente os dons espirituais, conforme a Sua vontade (Veja 1 Coríntios 12.4-6,11)
- Atos 28.25-28. Paulo oferece-nos uma útil compreensão quanto a essa questão, quando diz que o Espírito Santo proferiu as palavras registradas em Isaías 6.9,10, palavras essas que, de acordo com o próprio Isaías, foram ditas por Deus. Compare esses dois trechos bíblicos entre si. Essa comparação revela-nos que, visto que o Espírito Santo é o representante ou agente de Deus Pai, Ele age em lugar do Pai sobre a terra. Isso é novamente demonstrado mediante estes exemplos: Ele atrai os homens a Cristo (Veja João 6.44); Ele revela a verdade (Ver João 14.26 e 16.13) e Ele guia (Ver Romanos 8.14: “Pois todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus” ).
- Gênesis 1. O esforço combinado do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme se vê em Gênesis 1.26, onde Deus assevera: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança…” O uso de pronome plural (nós) indica a pluralidade de pessoas na Deidade, conforme já vimos. Fica implícito que todas as três Pessoas estiveram ativas na criação.
- Aquelas referências bíblicas que abordam o relacionamento entre o Espírito Santo e as demais Pessoas da Trindade demonstram biblicamente que o Espírito Santo é Deus, igualmente com o Pai e com o Filho.
Mateus
28.19 – a fórmula batismal: “…
batizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo”.
A
Personalidade do Espírito Santo.
Os
Componentes Essenciais da Personalidade.
Pudemos observar que há três componentes essenciais na
personalidade: 1) o intelecto (a capacidade de pensar); 2) a
sensibilidade (a capacidade de sentir) e 3) a vontade (a capacidade
de tomar decisões). Examinemos os trechos bíblicos que se referem
ao Espírito Santo e vejamos como essas características se aplicam a
Ele.
A
Bíblia nos ensina com clareza sobre a personalidade do Espírito
Santo. Em seu excelente discurso sobre a vida através do Espírito,
o apóstolo Paulo concluiu referindo-se a “mente do Espírito”
(Romanos 8.27), que identifica a sua faculdade intelectual. O
apóstolo Paulo também atribui sensibilidade ao Espírito Santo
(Romanos 15.39). Em outras palavras ele se refere a capacidade que o
Espírito Santo tem de sentir – nesse caso, sentir amor em sua
capacidade de exprimir sentimentos. Finalmente, o apóstolo
fala aos crentes de Corinto a respeito dos atos soberanos do Espírito
Santo quando Ele se demonstra possuidor da faculdade da vontade, ao
distribuir dons espirituais aos crentes, que Ele determina segundo a
Sua vontade (Veja 1 Coríntios 12.11. Esses trechos bíblicos mostram
que o Espírito de Deus possui as qualidades essenciais da
personalidade.
Continua
no próximo post.
segunda-feira, julho 13, 2015
O Espírito Santo - 01.
Você
sabe porque Jesus disse aos Seus seguidores: “Convém-vos
que eu vá... ”? (João 16.7). É que, em Sua carne, Ele
estava limitando a Sua natureza humana, podendo estar somente em um
lugar de cada vez. Entretanto, Ele sabia que quando o Espírito Santo
viesse substituí-lo, não haveria limitações quanto ao tempo em
que Ele poderia ficar e quanto ao trabalho que Ele poderia realizar.
Assim,
através do Espírito Santo, Deus não somente nos comissiona com uma
tarefa, como também permanece conosco e nos capacita a cumpri-la.
Mais do que isso, Ele veio residir em nós para conferir-nos
orientação pessoal, comunhão, consolo e suprir todas as nossas
necessidades espirituais.
Já
sabemos o quanto Deus se interessa pela redenção dos homens. Vimos
que Cristo amou a cada mulher e a cada homem de tal maneira que Ele
se humilhou e se tornou um homem. E agora, quando voltamos a nossa
atenção para o Espírito Santo, podemos observar esse mesmo amor
pelo homem, bem como as mesmas admiráveis qualidades de
personalidade.
Vimos
que, quanto a natureza de Deus e sobre a Sua essência: 1) Deus é
espírito; 2) Ele é o Deus triuno; 3) Ele é o único Deus; 4) Ele é
eterno; 5) Ele tem personalidade; 6) Ele é imutável.
Também
vimos que essas qualidades de Deus referem-se, igualmente, ao Pai, ao
Filho e ao Espírito Santo. As três pessoas são iguais quanto a
glória; e a majestade de que compartilham é co-eterna. Visto que as
pessoas da Deidade compartilham dessas características, não as
repetiremos nesse estudo sobre o Espírito Santo. No entanto,
queremos enfatizar o fato, mesmo que de modo breve, que o Espírito
Santo é verdadeiro Deus, possuidor das características distintas da
personalidade divina. Em primeiro lugar veremos sobre a Sua deidade.
A
deidade do Espírito Santo é estabelecida por Suas características,
por Seu relacionamento com as outras pessoas da Trindade, pelos nomes
divinos que lhe são atribuídos e pelas obras que Ele realiza.
Características
da natureza divina do Espírito Santo. O Espírito Santo é
possuidor das características da natureza divina. Por exemplo: Ele é
eterno. A palavra eterno significa “duração infinita:
aquilo que não tem começo, nem fim e nem qualquer limitação”.
Essa, pois, é uma das características de Deus. O escritor da
epístola aos Hebreus afirma que Ele é o Espírito eterno
(Veja Hebreus 9.14: “muito mais o sangue
de Cristo, que, pelo Espírito eterno, a si mesmo se ofereceu sem
mácula a Deus, purificará a nossa consciência de obras mortas,
para servirmos ao Deus vivo!” - RA). Eterno,
segundo a palavra aqui usada, é a mesma palavra usada em outros
trechos bíblicos para descrever a eternidade de Deus Pai e de Jesus
Cristo, o Filho de Deus.
O
Espírito Santo também possui as características discriminadas
abaixo:
1.
Ele está presente em toda parte (onipresença). O salmista Davi
declarou: “Para onde me ausentarei do Teu Espírito? Ou para onde
fugirei da tua face” (Veja Salmo 139.7-10: “Para
onde me ausentarei do teu Espírito? Para onde fugirei da tua face?
Se subo aos céus, lá estás; se faço a minha cama no mais profundo
abismo, lá estás também; se tomo as asas da alvorada e me detenho
nos confins dos mares, ainda lá me haverá de guiar a tua mão, e a
tua destra me susterá.” - RA).
2.
O Espírito Santo sabe tudo (onisciência). Paulo ao descrever essa
característica divina para os crentes de Corínto, observou que “...
Assim também ninguém sabe as coisas de Deus, senão o Espírito de
Deus” (1 Coríntios 2.11). Além disso, Aquele que sabe
quais são os pensamentos de Deus, também conhece a vontade de Deus,
e Ele nos capacita a orar de acordo com a Sua vontade (Veja Romanos
8.26,27: “Também o Espírito,
semelhantemente, nos assiste em nossa fraqueza; porque não sabemos
orar como convém, mas o mesmo Espírito intercede por nós
sobremaneira, com gemidos inexprimíveis. E aquele que sonda os
corações sabe qual é a mente do Espírito, porque segundo a
vontade de Deus é que Ele intercede pelos santos.” - RA).
3.
O Espírito Santo é Todo-poderoso (onipotência). Em outras palavras
Ele tem o poder e a capacidade de realizar tudo quanto Deus quiser,
sem quaisquer limitações (Veja Lucas 1.35: “Respondeu-lhe
o anjo: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e o poder do Altíssimo
te envolverá com a sua sombra; por isso, também o ente santo que há
de nascer será chamado Filho de Deus” – RA
e Atos 1.8: “mas recebereis poder,
ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas
tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos
confins da terra” - RA).
Títulos
da natureza divina do Espírito Santo. É interessante
observarmos que quando o apóstolo Pedro se dirigiu ao mentiroso
Ananias, disse que quando esse mentiu ao Espírito Santo estava
mentindo a Deus (Ver Atos 5.4: “Conservando-o,
porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder?
Como, pois, assentaste no coração este desígnio? Não mentiste aos
homens, mas a Deus.” - RA). Assim o apóstolo Pedro
atribuiu deidade ao Espírito Santo. O apóstolo Paulo também
salientou esse fato, ao afirmar que estamos sendo transformados na
imagem de Cristo, pelo Espírito Santo que é o Senhor (Ver 2
Coríntios 3.17,18: “ Ora, o Senhor é o
Espírito; e, onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade. E
todos nós, com o rosto desvendado, contemplando, como por espelho, a
glória do Senhor, somos transformados, de glória em glória, na sua
própria imagem, como pelo Senhor, o Espírito.” - RA).
Nos dias de Paulo, somente a deidade merecia o título de Senhor. De
fato, os imperadores romanos e os Faraós do Egito não permitiam que
os seus súditos usassem o termo Senhor, quando se dirigiam a eles,
enquanto eles não adotassem, oficialmente, a posição de
divindades. Esse costume, pois, confirma o fato de que quando Paulo
referiu-se ao Espírito Santo como Senhor, estava reconhecendo a Sua
deidade.
Continua
no próximo post.
sexta-feira, junho 26, 2015
Oração e Adoração - 14.
Continuação
do post anterior.
Oração
e adoração.
É
um relacionamento com Deus, às vezes verbalizado; outras vezes, não.
Como algumas pessoas têm relacionado a oração separada da
adoração, podemos dizer que a oração tem mais a ver com o
atendimento das necessidades das pessoas, enquanto a adoração tem
mais a ver com o louvor e a reverência à Deus.
A
idéia da oração aparece quando se usam palavras como: “arrepender,
pedir, procurar, bater, expulsar, clamar, crer, agradecer e buscar”.
Palavras como: “louvor, agradecimento, meditar, estudo, honra,
glória e aleluia definem a
adoração. O dízimo e as ofertas, a ajuda que damos aos
necessitados e o serviço na obra de Deus, também são uma forma de
adoração. São essas as atividades dos filhos de Deus na oração e
adoração. Quando adicionamos a leitura da Palavra de Deus à oração
e a adoração, obtemos uma forma bastante eficiente de nos
comunicarmos com o nosso Deus e Pai.
A
oração e a adoração nos levam à presença de Deus. Fortalecem a
nossa fé para reivindicar as promessas de Deus. A oração traz
Jesus – aquele que advoga a nossa causa - para o nosso lado, quando
pedimos perdão por pecados cometidos. A oração nos dará poder
quando precisarmos de libertação e cura divina. Acima de tudo, a
oração e a adoração manterão o amor de Deus fluindo entre Deus e
nós e entre nós e o próximo. A oração e a adoração, para o
filho de Deus, deve ser tão natural como a respiração.
Não
podemos ter medo quando vamos à presença de Deus. O temor de Deus
se expressa em respeito, reverência e atitudes corretas na presença
dEle e não pecar, para não desobedecê-lo. Lembre-se de que Ele é
o nosso Pai. Uma criança pode ter medo de estranhos, mas não teme a
seu pai. Assim, quando oramos podemos orar com ousadia. Podemos
entrar em sua presença, em nome e pelos méritos do Senhor Jesus,
que fez o véu se rasgar, de cima até em baixo, na cruz,
restabelecendo a comunhão entre Deus e o seu povo. Temos de estar
gratos à Deus e devemos bendizer o Seu nome (Leia o Salmo 100). É
assim que Deus quer que seja, pois Ele é o nosso Pai e nós os seus
filhos.
Viva
Jesus!
Deus
lhe abençoe!
sexta-feira, junho 12, 2015
Oração e adoração - 13.
Continuação
do post anterior.
Venha
o Teu Reino.
Porque
o reino de Deus não é comida nem bebida, mas justiça, e paz, e
alegria no Espírito Santo. (Romanos 14:17 RA)
A
maioria das pessoas tem planos para a vida. Querem ser médicos ou
advogados. Desejam ser ricos e famosos. Sonham, têm na mente, uma
imagem de como será sua vida quando atingirem seus alvos. São
edificadores de reinos.
Outros
não têm planos pessoais. Preferem encontrar uma pessoa forte que
esteja construindo um reino, e ajudá-la na sua visão. A sua
felicidade é conseguida quando fazem parte dos planos de outra
pessoa.
É
isso que faz o crente. Ele não constrói o próprio reino. Ele não
espera ser reconhecido por algum grande feito que praticou. Em vez
disso, ele busca a glória de Deus e a vinda de Seu reino. A sua
oração é sempre “Venha o Teu Reino”. O seu único
desejo é fazer parte na vinda desse reino. E ora por isso.
Uma
oração importante que o crente deve fazer sempre é: “Senhor,
deixa-me edificar o Teu Reino, e não o meu reino!”. Mas muitos
crentes andam muito ocupados, pois estão edificando o seu próprio
reino, em vez do Reino de Deus. Jesus, certa vez, disse a um jovem
rico: Só uma
coisa te falta: “Vai,
vende tudo o que tens, dá-o aos pobres e terás um tesouro no céu;
então, vem e segue-me “
(Marcos 10:21 RA).
O
Reino de Deus está em primeiro lugar na lista de coisas pelas quais
devemos orar. Jesus nos ensinou a orar assim: “Quando
orardes, dizei: Pai, santificado seja o teu nome; venha o teu reino.”
(Lucas
11:2 RA). O Reino de Deus é justiça. A justiça de Deus. Portanto
aquele que busca o Reino de Deus procura a Sua justiça. O que busca
a Sua justiça procura o próprio Deus. Ele não pode ser separado da
Sua justiça. Tudo se junta... o Teu nome, o Teu Reino, a Tua
justiça. Não se pode ter um sem o outro. Aquele que busca em
primeiro lugar o Reino de Deus, acima de todas as coisas, está
orando como deve ser. “buscai,
pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas
coisas vos serão acrescentadas.”
(Mateus 6:33 RA)
Ore
para que Jesus reine em sua vida e na vida dos seus queridos.
“Assim,
ao Rei eterno, imortal, invisível, Deus único, honra e glória
pelos séculos dos séculos. Amém!”
(1 Timóteo 1.17).
Continua
no próximo post.
Viva
Jesus!
Deus
lhe abençoe!
terça-feira, maio 26, 2015
Oração e Adoração -12.
Continuação
do post anterior.
Vamos
melhorar o mundo atual.
O
mundo não vai durar para sempre; Ele passará. Devemos orar por ele?
Temos de tentar melhorá-lo? A Bíblia diz que devemos orar pelos
nossos líderes e por aqueles que nos governam. As Escrituras dizem
que temos de amar os nossos inimigos e orar pelos que nos perseguem
(Mateus 5.44). Portanto a resposta é “Sim”, devemos orar por
este mundo. Precisamos tentar fazer deste mundo um lugar melhor para
se viver. Isto faz parte da nossa tarefa como crentes.
O
cidadão do céu deve ser um bom cidadão da terra. Ele acredita que
deve obedecer aos governantes e as leis que regem o país. O cidadão
do céu não deve violar voluntariamente a Lei. Deve pagar os seus
impostos. Devemos orar para que Deus nos ajude a sermos bons cidadãos
da terra. Alguns crentes têm uma mente tão “celestial” que não
têm nenhum valor “terreno”. Isto não pode acontecer pois somos
o sal da terra. O sal melhora o gosto da comida. Os crentes melhoram
a terra. O mundo é abençoado por causa dos crentes. A sua presença
traz paz e alegria. As suas orações sustentam os governantes. A sua
justiça fortalece a nação. Este mundo pecaminoso ainda não foi
destruído por Deus por causa dos crentes, os justos que aqui estão
(Gênesis 18.23-25 e ss.).
Nós
somos o sal da terra, mas a nossa “salinidade” é o conhecimento
de Jesus Cristo, e a vida justa que Ele nos ajuda a viver. Só
podemos ajudar o mundo, fazendo-o compreender o plano de Deus para
nossas vidas. Não podemos deixar que as coisas terrenas nos façam
negligenciar a tarefa que Jesus nos deu.
Precisamos
orar para que as nossas afeições não sejam atraídas pelas coisas
deste mundo. “Não ameis o mundo, nem as coisas que há no
mundo. Se alguém amar o mundo, o amor do Pai não está nele”
(1 João 2. 15). Essa é uma coisa muito importante pela qual
precisamos orar, quando pensamos em melhorar o mundo e estabelecer
nele um bom exemplo.
Outra
coisa por que precisamos orar é para nunca falharmos em cumprir a
tarefa que Deus nos deu. “Enquanto estou no mundo, sou a luz do
mundo” (João 9.5). Disse Jesus quando estava no mundo e Ele é
o nosso exemplo. Ele andou fazendo o bem. Nós também devemos fazer
o bem. Ele orou pelos doentes. Temos de orar pelos doentes. Ele
expulsou os demônios. Nós também devemos expulsar os demônios.
Ele pregou o Evangelho do Reino. Nós também devemos anunciar o
Evangelho do Reino. Ele disse: “Vós sois a luz do mundo”
(Mateus 5.14). Ele também disse: “Ide, portanto, fazei
discípulos de todas as nações” (Mateus 28.19).
Portanto,
embora sejamos estrangeiros nesta terra, temos uma tarefa a cumprir.
Pode até causar-nos sofrimento e dor, mas também causou sofrimento
e dor à Jesus. Ao morrer na cruz, Ele falou do seu trabalho na terra
e disse: “Está consumado”. Depois subiu ao céu. Foi para
casa! Nós, também, temos uma obra para completar. Quando a
cumprirmos, poderemos alegrar-nos tal como Jesus e dizer: “Está
consumado”. Então, assim como Ele, podemos ir para casa. Que lindo
dia será quando chegarmos ao céu!
Continua
no próximo post.
Viva
Jesus!
quarta-feira, maio 13, 2015
Oração e Adoração - 11.
Somos
peregrinos na terra.
É
através da oração que invocamos o nome do Senhor para sermos
salvos. É por meio da oração que o amor entre Deus e nós é
restabelecido. É pela oração que mantemos viva a nossa comunhão
com Deus. O amor deve ser compartilhado e quando deixamos de
compartilhar o nosso amor com Deus, o nosso relacionamento com Ele
morre. Mas através da oração e da adoração a nossa fé e o nosso
amor permanecem fortes.
As
nossas orações e a nossa adoração serão aceitos por Deus se as
nossas riquezas e o nosso lar estiverem no céu. A crença numa vida
no céu, depois da primeira morte, ou seja, a crença na Salvação
eterna, é um dos fatores que tornam o cristão diferente das outras
pessoas do mundo. Fé no que não se vê e esperança no futuro,
quando Jesus virá resgatar os seus escolhidos, distingue o crente do
descrente. Separa o homem que ora do que não ora.
As
riquezas e o lar do crente salvo, estão no céu. O cristão é
separado, é diferente dos outros do mundo.
“Portanto,
não olhamos para aquilo que podemos ver atualmente, as dificuldades
que nos rodeiam, mas olhamos para a frente, para as alegrias do céu
que ainda não vimos. As alegrias futuras durarão eternamente.”
(2 Co 4.18 – Bíblia viva).
Continua
no próximo post.
Viva
Jesus!
Deus
lhe abençoe!
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