quarta-feira, abril 09, 2014

Oração e adoração - 04.

Continuação do post anterior.
A nossa segurança em Jesus.
Qual é a pior coisa que pode acontecer a uma pessoa? Alguns dirão que é morrer; outros, ficar cego ou aleijado; outros dirão que ficar pobre é pior do que morrer. Mas o que diz Deus? Ele diz: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo” (Mateus 10.18).
Pois que aproveitará o homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma?” (Mateus 16.26).
Não escolheu Deus os que para o mundo são pobres, para serem ricos em fé e herdeiros do reino que Ele prometeu aos que O amam?” (Tiago 2.5).
Conheço a tua tribulação, a tua pobreza (mas tu és rico) ...” (Apocalipse 2.9).
O que Deus quer dizer é que existe algo pior do que a morte do corpo. Existe algo mais valioso do que as riquezas do mundo. Para podermos orar como convém, é importante sabermos que coisas tem valor verdadeiro e duradouro.
Lembra-se de quando disseram a Paulo que se ele fosse a Jerusalém seria morto? Ele respondeu: “Que fazeis chorando e quebrantando-me o coração? Pois estou pronto não só para ser preso, mas até para morrer em Jerusalém pelo nome do Senhor Jesus” (Atos 21.13). O que Paulo estava dizendo era: “O que tem importância é o que acontece ao nome de Jesus, não a mim!”
O segredo da segurança da alma é ter a vida eterna, ou seja, ter a salvação. “E a vida eterna é esta: que Te conheçam a Ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17.3). Quando conhecemos a Deus e recebemos a Jesus Cristo, temos a vida eterna, e estamos sempre seguros. Quando voltamos as costas a Deus e recusamos conhecê-Lo, perdemos a segurança que Ele nos prometeu.
A pior coisa que pode acontecer a um cristão é separar-se de Deus. Se a doença nos aproximar de Deus, ela não é maligna. Se a pobreza nos fizer confiar mais em Deus, não é má. Se um acidente nos despertar para a maneira irresponsável que vivemos, não é demoníaco. O mal de que precisamos nos libertar é aquele que pode nos separar de Deus. Se o prazer nos separa do Senhor então é maligno. Se as riquezas nos afastam de Deus, então são más. Se a boa saúde nos faz esquecer de Deus, então torna-se demoníaca para nós!
Paulo era um homem com muitos problemas. Sofreu naufrágios, foi chicoteado e apedrejado várias vezes. No entanto, ele nunca procurou livrar-se dessas coisas. Aceitou-as como parte de sua vida para Cristo. Paulo conhecia o segredo da segurança da alma! Ele tinha a vida eterna que nenhum homem podia tirar! Ele só procurava “conhecer a Cristo, e o poder da Sua ressurreição e a comunhão dos Seus sofrimentos” (Filipenses 3.10). Conhecendo a Jesus, Paulo estava seguro.
Aqueles que sabem que a oração traz segurança, são os que aprenderam a buscar o Reino de Deus acima de tudo. Eles sobreviverão aos dardos envenenados do maligno, e, perante o trono de Deus, serão chamados vencedores!
Continua no próximo post.
Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

terça-feira, março 18, 2014

Oração e Adoração - 03.

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A fraternidade dos filhos de Deus.
Quando nos arrependemos dos nossos pecados e confessamos Cristo como nosso Salvador, nos tornamos filhos de Deus e membros da fraternidade dos irmãos! Todos os que são filhos de um mesmo pai são irmãos. Quando dizemos “Pai Nosso” confessamos que todos os Seus filhos são nossos irmãos. “Porquanto aos que de antemão conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem do seu Filho, afim de que Ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Romanos 8.29). Pense nisso! Todos os verdadeiros crentes são nossos irmãos. Desde o princípio, o plano de Deus tem sido de que Ele possa ser Pai de “muitos irmãos” entre os quais Cristo é o “Irmão Primogênito”.
Deus divide os homens em dois grupos. Apenas dois! Aqueles que fazem parte de Sua família e os que não fazem parte da Sua família. Deus não vê o mundo como os homens o veem. Ele não diz: “Aquele é americano, aquele é africano, aquele é branco, aquele é preto, aquele é rico, aquele é pobre, aquele é culto, aquele é inculto, etc.” De maneira nenhuma! Essa é a maneira como o mundo classifica os homens. Mas Deus não julga segundo os padrões humanos. Ele vê somente dois grupos – aqueles que são Seus filhos e os que não são. Assim, Ele olha para os homens e diz: “Aquele é Meu filho, esse também é Meu filho. Mas aquele não é Meu filho”. Nós escolhemos a que grupo pertenceremos.
Muitos não são filhos de Deus porque não acreditam em Cristo como seu Salvador. Não podem orar a Deus e dizer: “Pai Nosso”, nem são irmãos dos que creem. Quando um crente conhece a um homem que é incrédulo não pode chamá-lo de “irmão”. Por que? Porque ele não tem o mesmo Pai e não faz parte da família. Jesus disse àqueles que se recusaram a crer nEle: “Vós sois do diabo, que é vosso pai” (João 8.44).
Por outro lado, se um crente conhece outro crente, mesmo que este seja de raça ou nacionalidade diferentes, seja negro ou branco, americano ou africano, etc., sente um amor especial pois ele é um irmão. É um membro da sua família. Para o filho de Deus, o que o separa dos outros homens não é a raça nem a nacionalidade, mas o fato de serem descrentes. Não pode estar “à vontade” com eles.
Se você não é nosso irmão, não perca mais tempo! Venha para a comunidade dos filhos de Deus! Arrependa-se dos seus pecados, peça perdão ao Senhor e confesse, de forma audível e diante de testemunhas, que Jesus Cristo é o seu único, exclusivo, suficiente e eterno Senhor e Salvador da sua vida! Confesse com a boca e creia no coração que Jesus Cristo é o Filho de Deus e que Deus o ressuscitou dentre os mortos. Procure uma boa igreja e peça para ser batizado!
Continua no próximo post.
Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

segunda-feira, março 03, 2014

Oração e adoração - 02.

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Entrega Total.
A história da torre de Babel (Gênesis 11.1-4) diz que os homens estavam todos juntos num lugar, e que falavam a mesma linguagem. Eles uniram-se e se revoltaram contra Deus. Eles tinham unidade e dedicação, mas era uma unidade de homens sem Deus, e uma entrega à rebelião. O que aconteceu? Deus confundiu a sua linguagem e tiveram de parar com a construção.
Em Atos 2.4 lemos como os crentes primitivos estavam todos juntos adorando à Deus. De repente, houve um barulho, como de um vento poderoso, e eles foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem e todos os presentes entendiam, como se falassem em sua própria língua materna (Atos 2.8). Essa era a unidade de Deus com o homem. E que unidade!
Quando a vontade do homem concorda com a vontade de Deus, milagres acontecem! Os doentes podem ser curados, os cegos ver, os coxos andar. Por quê? Porque o plano de Deus está funcionando. Deus e o homem estão de novo andando e falando juntos .
Esse é o propósito da oração e da adoração. Adoração é falar à Deus em louvor e agradecimento. Quando adoramos, Deus vem até nós, e o nosso coração e a nossa vontade se movem juntos! Quando o coração de Deus e o nosso coração estão unidos tudo pode acontecer!
A entrega total é a união total de duas vontades. A do homem e a de Deus. Não temos que pedir a Deus que mude a Sua vontade para ser como a nossa. Temos que descobrir a Sua vontade e segui-la.
Louvado seja Deus!
Continua no Próximo post.
Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

sábado, fevereiro 15, 2014

Oração e Adoração - 01.

A armadura de Deus.
A fonte do poder para se combater a tentação do diabo é a oração e a adoração. Se queremos santidade, uma vida vencedora, ou vitória, devemos buscar, acima de tudo, a Deus, ao Seu reino, e à Sua vontade. Ou seja, buscamos aquele que é a fonte de tudo o que precisamos.
O que recebemos na oração e na adoração que nos ajuda nas nossas lutas? Recebemos muitas coisas importantes, entre as quais:
1 – Somos cheios com o poder do Espírito Santo , para que, quando chegar a hora da batalha, tenhamos força para lutar.
2 – Recebemos armas com as quais lutamos, e as instruções para usá-las.
Em Efésios 6.14-18 Paulo fala das nossas armas. “Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; Embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da Salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo o tempo no Espírito e para isso vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos”.
Preste atenção em duas coisas. Primeira - a armadura é espiritual e é dada por Deus para combatermos o diabo. A armadura é verdade, justiça, paz, fé e salvação. Segunda - as armas são espirituais: a oração e a Palavra de Deus. Ambas são usadas com a ajuda do Espírito Santo.
Veja, também, que a oração é mencionada duas vezes. Não podemos estar prontos para as batalhas espirituais, sem a oração. Sem ela não podemos vencer a tentação. É ela que dá o caráter, o poder, a armadura e as armas, com as quais conseguimos as vitórias.
Assim, não basta ter a espada na mão, o Espírito como ajudador e orar antes da batalha. É preciso ter a armadura de Deus para nos cobrir e proteger. É necessário ter a justiça, a paz e a alegria que só o Espírito Santo dá. Foi por isso que Jesus disse: Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça” (Mateus 6.33). Se possuímos a armadura de Deus, o Espírito Santo nos ajudará a conquistar a vitória, quando usarmos a espada da Palavra de Deus.
Portanto, ore! Ore! Ore! Ore de acordo com as instruções de Jesus. Ore pelas coisas do reino e você vencerá todas as tentações do diabo.
Continua no próximo post
Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

quarta-feira, janeiro 22, 2014

Os dons Espirituais - 51.



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       O Dom de Interpretação de Línguas.
Interpretação significa “dar o significado”. Precisamos entender que interpretar não quer dizer “traduzir”. Traduzir vem a ser dizer o mesmo em outra língua. Portanto, a interpretação de línguas consiste em “dar o significado de algo que foi dito em outra língua”. Além disso, devemos compreender que a capacidade de dar o significado de uma língua estranha vem unicamente do Espírito Santo.
Falar em línguas em um culto público só é cabível quando é interpretado. Veja em 1 Coríntios 14.27: “Se algum de vocês falar em línguas estranhas, então que apenas dois ou três falem, um depois do outro, e que alguém interprete o que está sendo dito.” - NTLH.
O falar em línguas em culto público, sem interpretação, viola o ensinamento de Paulo. Veja em 1 Coríntios 14.13: “Portanto, quem fala em línguas estranhas deve orar pedindo a Deus que lhe dê o dom de interpretar o que elas querem dizer.” - NTLH.
Se você sentir que Deus o instruiu a falar em línguas em um culto publico, mas ninguém interpretou o que você disse, é possível que a pessoa que seria usada pelo Espírito Santo para interpretar não teve fé para fazê-lo. A mesma regra se aplica a profecia. Veja em Romanos 8.5: “Porque as pessoas que vivem de acordo com a natureza humana têm a sua mente controlada por essa mesma natureza. Mas as que vivem de acordo com o Espírito de Deus têm a sua mente controlada pelo Espírito.” - NTLH.
Além disso, se ninguém interpretou o que você disse isso pode significar que você falhou em seguir a regra bíblica que diz: “Mas, se não houver ninguém que possa interpretar, então fiquem calados e falem somente consigo mesmos e com Deus.” (1 Coríntios 14:28 NTLH). Você não deve se condenar se acontecer de ninguém interpretar uma língua que tenha falado. Entretanto deve ter cautela e tornar a falar somente quando houver alguém presente que interprete.
Se ainda assim não houver ninguém que possa interpretar o que você disser, talvez então você deva ponderar no que Paulo ensina em 1 Coríntios 14.13: “Pelo que, o que fala língua estranha, ore para que a possa interpretar.” - RC. Se o propósito do dom de línguas no culto público é edificar o corpo de Cristo, deve haver sempre interpretação da mensagem entregue em línguas.
Como vimos o propósito do dom de interpretação de línguas é edificar o corpo de Cristo, ao dar-se o significado de uma língua que alguém falou no culto público. A edificação se dá à medida que os membros compreendam o que foi falado através daquela língua estranha. Toda a igreja se fortalece quando os membros se unem nessa busca a Deus, inspirada pelo Espírito Santo.
Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

segunda-feira, dezembro 30, 2013

Os Dons Espirituais - 50.



Continuação do post anterior.
O Propósito do Dom de Línguas.
Podemos dividir o propósito do dom de falar em línguas em duas partes: a edificação do crente que fala, e a edificação do corpo, quando há alguém que interprete. A adoração vem através da adoração, do louvor, da oração e ações de graça, inspiradas pelo Espírito.
Algumas pessoas tentam se valer das línguas e da profecia para orientação pessoal. Problemas muito sérios têm surgido disso. Se compreendermos que as línguas sempre são dirigidas a Deus, percebemos que esse não é o meio que o Senhor usa para dar uma mensagem ao homem. Veja em 1 Coríntios 14.2: “Quem fala em línguas estranhas fala a Deus e não às pessoas, pois ninguém o entende. Pelo poder do Espírito Santo ele diz verdades secretas.” - NTLH. Não queremos dizer com isso que Deus não possa falar aos homens através de uma língua estranha. Todavia, se isso acontecer, será um milagre  e não a manifestação comum do dom de línguas.
Falando de profecia para orientação pessoal, Donald Gee disse o seguinte: “Podemos afirmar verdadeiramente que não há nem um exemplo sequer no Novo Testamento de que o dom de profecia tenha sido usado para orientação pessoal”.
Lembremos de mais uma coisa. Quando Paulo escreveu aos Coríntios sobre o propósito da profecia, ele disse que esse dom servia para a edificação, a exortação e o consolo. Veja em 1 Coríntios 14.3: “Mas o que profetiza fala aos homens, edificando, exortando e consolando.” - RA. Nenhuma dessas palavras sugere que os dons são para orientação pessoal.
Estamos seguros de que se manifestarmos esses dons de acordo com as instruções de Paulo, não corremos o risco de cometer erros. Se procedermos assim o seu propósito será cumprido.
O propósito mais importante dos nove dons espirituais, incluindo o de línguas, é a edificação do corpo de Cristo.
Continua no próximo post.
Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

terça-feira, dezembro 17, 2013

Os Dons Espirituais - 49.




Continuação do post anterior.
O dom de línguas, continuação.
Quando oramos em línguas, somos capazes de orar de uma forma que não podemos pelo meio natural. Veja em Romanos 8.26: “Assim também o Espírito de Deus vem nos ajudar na nossa fraqueza. Pois não sabemos como devemos orar, mas o Espírito de Deus, com gemidos que não podem ser explicados por palavras, pede a Deus em nosso favor.” - NTLH.
O falar em línguas pode ser um sinal aos incrédulos. Veja em 1 Coríntios 14.22: “Portanto, o dom de falar em línguas estranhas é um sinal de Deus para os descrentes e não para os cristãos...” - NTLH. Quando um não crente ouve alguém dizer algo em uma língua desconhecida da pessoa que fala, de repente se dá conta de que é Deus que está falando com ele. Talvez o que realmente toca aquela pessoa não seja o que Deus está dizendo, mas o fato de que algo está sendo dito de modo sobrenatural. De qualquer maneira, a mensagem é para benefício do ouvinte.
Foi isso o que aconteceu no dia de Pentecostes. Havia pessoas em Jerusalém vindas de vários países. Estando ali reunidos viram habitantes da Galiléia “falar em nossas próprias línguas as grandezas de Deus”. Veja em Atos 2.11: “ Uns são judeus, e outros, convertidos ao Judaísmo. Alguns são de Creta, e outros, da Arábia. E como é que todos estamos ouvindo essa gente falar em nossa própria língua a respeito das grandes coisas que Deus tem feito?” - NTLH. Isso fez com que aqueles incrédulos se dispusessem a ouvir o evangelho. O falar em línguas era um sinal para eles.
A igreja dos coríntios possuía o dom de línguas, mas eles não sabiam como fazer o melhor uso dele. Eles careciam de mais conhecimento; então Paulo deu-lhes algumas instruções. Vejamos as regras que Paulo deu:
1. Não deve ser dada importância demasiada ao falar em línguas. Deve haver tempo e lugar para outras atividades, além do falar em línguas no culto, tais como: revelações, palavra de conhecimento, profecia, doutrina, salmos, interpretações. Veja 1 Coríntios 14.6,26: “Agora, porém, irmãos, se eu for ter convosco falando em outras línguas, em que vos aproveitarei, se vos não falar por meio de revelação, ou de ciência, ou de profecia, ou de doutrina? Portanto, meus irmãos, o que é que deve ser feito? Quando vocês se reúnem na igreja, um irmão tem um hino para cantar; outro, alguma coisa para ensinar; outro, uma revelação de Deus; outro, uma mensagem em línguas estranhas; e ainda outro, a interpretação dessa mensagem. Que tudo seja feito para o crescimento espiritual da igreja.” - NTLH.
2. Apenas duas ou três pessoas devem falar em línguas em cada culto e deve haver quem interprete. Veja em 1 Coríntios 14.27: “Se algum de vocês falar em línguas estranhas, então que apenas dois ou três falem, um depois do outro, e que alguém interprete o que está sendo dito.” – NTLH.
3. Aqueles que falam em línguas em culto público devem se manter em silencio caso não haja quem interprete. Veja em 1 Coríntios 14.28: “Mas, se não houver ninguém que possa interpretar, então fiquem calados e falem somente consigo mesmos e com Deus.” - NTLH.
4. Aqueles que falam em línguas em culto público devem orar para que eles também possam interpretá-las. Veja em 1 Coríntios 14.13: “Portanto, quem fala em línguas estranhas deve orar pedindo a Deus que lhe dê o dom de interpretar o que elas querem dizer.” - NTLH.
5. O falar em línguas não deve ser proibido. Veja em 1 Coríntios 14.39: “Assim, meus irmãos, procurem sempre anunciar a mensagem de Deus, mas não proíbam que se fale em línguas estranhas.” - NTLH.
6. O falar em línguas não deve criar confusão. Veja em 1 Coríntios 14.40: “Portanto, façam tudo com decência e ordem.”-NTLH.
O que fornece uma base sólida para a manifestação proveitosa do dom de línguas é o conhecimento.
Continua no próximo post.
Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!