sábado, fevereiro 15, 2014

Oração e Adoração - 01.

A armadura de Deus.
A fonte do poder para se combater a tentação do diabo é a oração e a adoração. Se queremos santidade, uma vida vencedora, ou vitória, devemos buscar, acima de tudo, a Deus, ao Seu reino, e à Sua vontade. Ou seja, buscamos aquele que é a fonte de tudo o que precisamos.
O que recebemos na oração e na adoração que nos ajuda nas nossas lutas? Recebemos muitas coisas importantes, entre as quais:
1 – Somos cheios com o poder do Espírito Santo , para que, quando chegar a hora da batalha, tenhamos força para lutar.
2 – Recebemos armas com as quais lutamos, e as instruções para usá-las.
Em Efésios 6.14-18 Paulo fala das nossas armas. “Estai, pois, firmes, cingindo-vos com a verdade e vestindo-vos da couraça da justiça. Calçai os pés com a preparação do evangelho da paz; Embraçando sempre o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da Salvação e a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus; com toda oração e súplica, orando em todo o tempo no Espírito e para isso vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos”.
Preste atenção em duas coisas. Primeira - a armadura é espiritual e é dada por Deus para combatermos o diabo. A armadura é verdade, justiça, paz, fé e salvação. Segunda - as armas são espirituais: a oração e a Palavra de Deus. Ambas são usadas com a ajuda do Espírito Santo.
Veja, também, que a oração é mencionada duas vezes. Não podemos estar prontos para as batalhas espirituais, sem a oração. Sem ela não podemos vencer a tentação. É ela que dá o caráter, o poder, a armadura e as armas, com as quais conseguimos as vitórias.
Assim, não basta ter a espada na mão, o Espírito como ajudador e orar antes da batalha. É preciso ter a armadura de Deus para nos cobrir e proteger. É necessário ter a justiça, a paz e a alegria que só o Espírito Santo dá. Foi por isso que Jesus disse: Buscai, pois, em primeiro lugar, o Seu reino e a Sua justiça” (Mateus 6.33). Se possuímos a armadura de Deus, o Espírito Santo nos ajudará a conquistar a vitória, quando usarmos a espada da Palavra de Deus.
Portanto, ore! Ore! Ore! Ore de acordo com as instruções de Jesus. Ore pelas coisas do reino e você vencerá todas as tentações do diabo.
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Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

quarta-feira, janeiro 22, 2014

Os dons Espirituais - 51.



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       O Dom de Interpretação de Línguas.
Interpretação significa “dar o significado”. Precisamos entender que interpretar não quer dizer “traduzir”. Traduzir vem a ser dizer o mesmo em outra língua. Portanto, a interpretação de línguas consiste em “dar o significado de algo que foi dito em outra língua”. Além disso, devemos compreender que a capacidade de dar o significado de uma língua estranha vem unicamente do Espírito Santo.
Falar em línguas em um culto público só é cabível quando é interpretado. Veja em 1 Coríntios 14.27: “Se algum de vocês falar em línguas estranhas, então que apenas dois ou três falem, um depois do outro, e que alguém interprete o que está sendo dito.” - NTLH.
O falar em línguas em culto público, sem interpretação, viola o ensinamento de Paulo. Veja em 1 Coríntios 14.13: “Portanto, quem fala em línguas estranhas deve orar pedindo a Deus que lhe dê o dom de interpretar o que elas querem dizer.” - NTLH.
Se você sentir que Deus o instruiu a falar em línguas em um culto publico, mas ninguém interpretou o que você disse, é possível que a pessoa que seria usada pelo Espírito Santo para interpretar não teve fé para fazê-lo. A mesma regra se aplica a profecia. Veja em Romanos 8.5: “Porque as pessoas que vivem de acordo com a natureza humana têm a sua mente controlada por essa mesma natureza. Mas as que vivem de acordo com o Espírito de Deus têm a sua mente controlada pelo Espírito.” - NTLH.
Além disso, se ninguém interpretou o que você disse isso pode significar que você falhou em seguir a regra bíblica que diz: “Mas, se não houver ninguém que possa interpretar, então fiquem calados e falem somente consigo mesmos e com Deus.” (1 Coríntios 14:28 NTLH). Você não deve se condenar se acontecer de ninguém interpretar uma língua que tenha falado. Entretanto deve ter cautela e tornar a falar somente quando houver alguém presente que interprete.
Se ainda assim não houver ninguém que possa interpretar o que você disser, talvez então você deva ponderar no que Paulo ensina em 1 Coríntios 14.13: “Pelo que, o que fala língua estranha, ore para que a possa interpretar.” - RC. Se o propósito do dom de línguas no culto público é edificar o corpo de Cristo, deve haver sempre interpretação da mensagem entregue em línguas.
Como vimos o propósito do dom de interpretação de línguas é edificar o corpo de Cristo, ao dar-se o significado de uma língua que alguém falou no culto público. A edificação se dá à medida que os membros compreendam o que foi falado através daquela língua estranha. Toda a igreja se fortalece quando os membros se unem nessa busca a Deus, inspirada pelo Espírito Santo.
Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

segunda-feira, dezembro 30, 2013

Os Dons Espirituais - 50.



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O Propósito do Dom de Línguas.
Podemos dividir o propósito do dom de falar em línguas em duas partes: a edificação do crente que fala, e a edificação do corpo, quando há alguém que interprete. A adoração vem através da adoração, do louvor, da oração e ações de graça, inspiradas pelo Espírito.
Algumas pessoas tentam se valer das línguas e da profecia para orientação pessoal. Problemas muito sérios têm surgido disso. Se compreendermos que as línguas sempre são dirigidas a Deus, percebemos que esse não é o meio que o Senhor usa para dar uma mensagem ao homem. Veja em 1 Coríntios 14.2: “Quem fala em línguas estranhas fala a Deus e não às pessoas, pois ninguém o entende. Pelo poder do Espírito Santo ele diz verdades secretas.” - NTLH. Não queremos dizer com isso que Deus não possa falar aos homens através de uma língua estranha. Todavia, se isso acontecer, será um milagre  e não a manifestação comum do dom de línguas.
Falando de profecia para orientação pessoal, Donald Gee disse o seguinte: “Podemos afirmar verdadeiramente que não há nem um exemplo sequer no Novo Testamento de que o dom de profecia tenha sido usado para orientação pessoal”.
Lembremos de mais uma coisa. Quando Paulo escreveu aos Coríntios sobre o propósito da profecia, ele disse que esse dom servia para a edificação, a exortação e o consolo. Veja em 1 Coríntios 14.3: “Mas o que profetiza fala aos homens, edificando, exortando e consolando.” - RA. Nenhuma dessas palavras sugere que os dons são para orientação pessoal.
Estamos seguros de que se manifestarmos esses dons de acordo com as instruções de Paulo, não corremos o risco de cometer erros. Se procedermos assim o seu propósito será cumprido.
O propósito mais importante dos nove dons espirituais, incluindo o de línguas, é a edificação do corpo de Cristo.
Continua no próximo post.
Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

terça-feira, dezembro 17, 2013

Os Dons Espirituais - 49.




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O dom de línguas, continuação.
Quando oramos em línguas, somos capazes de orar de uma forma que não podemos pelo meio natural. Veja em Romanos 8.26: “Assim também o Espírito de Deus vem nos ajudar na nossa fraqueza. Pois não sabemos como devemos orar, mas o Espírito de Deus, com gemidos que não podem ser explicados por palavras, pede a Deus em nosso favor.” - NTLH.
O falar em línguas pode ser um sinal aos incrédulos. Veja em 1 Coríntios 14.22: “Portanto, o dom de falar em línguas estranhas é um sinal de Deus para os descrentes e não para os cristãos...” - NTLH. Quando um não crente ouve alguém dizer algo em uma língua desconhecida da pessoa que fala, de repente se dá conta de que é Deus que está falando com ele. Talvez o que realmente toca aquela pessoa não seja o que Deus está dizendo, mas o fato de que algo está sendo dito de modo sobrenatural. De qualquer maneira, a mensagem é para benefício do ouvinte.
Foi isso o que aconteceu no dia de Pentecostes. Havia pessoas em Jerusalém vindas de vários países. Estando ali reunidos viram habitantes da Galiléia “falar em nossas próprias línguas as grandezas de Deus”. Veja em Atos 2.11: “ Uns são judeus, e outros, convertidos ao Judaísmo. Alguns são de Creta, e outros, da Arábia. E como é que todos estamos ouvindo essa gente falar em nossa própria língua a respeito das grandes coisas que Deus tem feito?” - NTLH. Isso fez com que aqueles incrédulos se dispusessem a ouvir o evangelho. O falar em línguas era um sinal para eles.
A igreja dos coríntios possuía o dom de línguas, mas eles não sabiam como fazer o melhor uso dele. Eles careciam de mais conhecimento; então Paulo deu-lhes algumas instruções. Vejamos as regras que Paulo deu:
1. Não deve ser dada importância demasiada ao falar em línguas. Deve haver tempo e lugar para outras atividades, além do falar em línguas no culto, tais como: revelações, palavra de conhecimento, profecia, doutrina, salmos, interpretações. Veja 1 Coríntios 14.6,26: “Agora, porém, irmãos, se eu for ter convosco falando em outras línguas, em que vos aproveitarei, se vos não falar por meio de revelação, ou de ciência, ou de profecia, ou de doutrina? Portanto, meus irmãos, o que é que deve ser feito? Quando vocês se reúnem na igreja, um irmão tem um hino para cantar; outro, alguma coisa para ensinar; outro, uma revelação de Deus; outro, uma mensagem em línguas estranhas; e ainda outro, a interpretação dessa mensagem. Que tudo seja feito para o crescimento espiritual da igreja.” - NTLH.
2. Apenas duas ou três pessoas devem falar em línguas em cada culto e deve haver quem interprete. Veja em 1 Coríntios 14.27: “Se algum de vocês falar em línguas estranhas, então que apenas dois ou três falem, um depois do outro, e que alguém interprete o que está sendo dito.” – NTLH.
3. Aqueles que falam em línguas em culto público devem se manter em silencio caso não haja quem interprete. Veja em 1 Coríntios 14.28: “Mas, se não houver ninguém que possa interpretar, então fiquem calados e falem somente consigo mesmos e com Deus.” - NTLH.
4. Aqueles que falam em línguas em culto público devem orar para que eles também possam interpretá-las. Veja em 1 Coríntios 14.13: “Portanto, quem fala em línguas estranhas deve orar pedindo a Deus que lhe dê o dom de interpretar o que elas querem dizer.” - NTLH.
5. O falar em línguas não deve ser proibido. Veja em 1 Coríntios 14.39: “Assim, meus irmãos, procurem sempre anunciar a mensagem de Deus, mas não proíbam que se fale em línguas estranhas.” - NTLH.
6. O falar em línguas não deve criar confusão. Veja em 1 Coríntios 14.40: “Portanto, façam tudo com decência e ordem.”-NTLH.
O que fornece uma base sólida para a manifestação proveitosa do dom de línguas é o conhecimento.
Continua no próximo post.
Viva Jesus!
Deus lhe abençoe!

sexta-feira, novembro 29, 2013

Os Dons Espirituais - 48




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Falar Em Línguas Levanta O Espírito.
Muitos dizem que falar em línguas seguido de interpretação é o mesmo que anunciar a mensagem de Deus (profetizar). Essa doutrina está baseada principalmente no seguinte ensinamento de Paulo. Veja em 1 Coríntios 14.5: “Eu gostaria que vocês todos falassem em línguas estranhas, mas gostaria ainda mais que tivessem o dom de anunciar a mensagem de Deus. Porque quem anuncia a mensagem de Deus tem mais valor do que quem fala em línguas estranhas, a não ser que esteja ali alguém que possa interpretar o que está sendo dito, para que toda a igreja seja ajudada espiritualmente.” - NTLH. Já outros acreditam que o falar em línguas seguido de interpretação não é o mesmo que o dom de profecia. Todavia é evidente que os dois dons em conjunto (línguas e interpretação) edificam o corpo, da mesma maneira que o de profecia.
Os versículos-chaves desse assunto encontram-se em 1 Coríntios 14.2,3: “ Quem fala em línguas estranhas fala a Deus e não às pessoas, pois ninguém o entende. Pelo poder do Espírito Santo ele diz verdades secretas.  Porém quem anuncia a mensagem de Deus fala para as pessoas, ajudando-as e dando-lhes coragem e consolo.” - NTLH.
Ao examinarmos o falar em línguas nos seguintes versos de Atos dos Apóstolos e Epístolas aos Coríntios, descobrimos que, em todas aquelas situações, as línguas foram dirigidas a Deus. Vejamos:
1) Atos 2.11: “Uns são judeus, e outros, convertidos ao Judaísmo. Alguns são de Creta, e outros, da Arábia. E como é que todos estamos ouvindo essa gente falar em nossa própria língua a respeito das grandes coisas que Deus tem feito?” - NTLH. Alguns acreditam que aqueles que estavam falando em línguas testemunhavam aos presentes a respeito das obras de Deus. Outros acham que eles estavam adorando e louvando a Deus, falando com o Pai.
2) Atos 10.46: “Pois eles ouviam os não-judeus falarem em línguas estranhas e louvarem a grandeza de Deus...” - NTLH. Estes também estavam falando com Deus.
3) 1 Coríntios 14.14,15: “Porque, se eu orar em línguas estranhas, o meu espírito, de fato, estará orando, mas a minha inteligência não tomará parte nisso. O que vou fazer, então? Vou orar com o meu espírito, mas também vou orar com a minha inteligência; vou cantar com o meu espírito, mas também vou cantar com a minha inteligência.” - NTLH. Nessa passagem Paulo diz que orava com o espírito, isto é, em línguas. Ele falava com Deus em oração.
4) 1 Coríntios 14.16: “Se você dá graças a Deus em línguas estranhas, como é que uma pessoa simples, que estiver na reunião, poderá dizer “amém” à oração de agradecimento que você fez? Ela não vai conseguir entender nada do que você está dizendo.” - NTLH. O que Paulo quis dizer foi “quando tu bendizes a Deus em línguas”. Novamente o ato de falar está dirigido a Deus.
Como já dissemos a manifestação de alguns dons pode ser muito semelhante. Nos quatro casos alistados acima, aqueles que falaram em línguas, dirigiam-se a Deus. Quando interpretadas, essas expressões de adoração trazem a bênção de Deus e todo o corpo é edificado.
Através do dom sobrenatural de profecia, que geralmente destina-se às pessoas, o corpo de Cristo é edificado pela exortação e consolo. Por intermédio do dom sobrenatural de línguas (interpretado) a edificação do corpo ocorre através de compartilharmos a oração, a adoração, o bendizer a Deus, e as ações de graça.
Falar em línguas sem interpretação edifica o crente que fala, enquanto o falar em línguas seguido de interpretação edifica o corpo de Cristo. O falar em línguas é sempre dirigido a Deus.
Continua no próximo post.
Viva Jesus!
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sexta-feira, novembro 15, 2013

Os Dons Espirituais - 47.




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O dom de variedade de línguas.
O dom de variedade de línguas não é um idioma que se aprende. Ele é uma linguagem dada pelo Espírito Santo. Precisamos crer que esse é um dom totalmente sobrenatural. Dentre os dons espirituais, o dom de variedade de línguas é um dos mais comuns. Ele é muito importante para o corpo de Cristo. Por isso devemos compreender o máximo possível sobre ele.
O dom de variedade de línguas é um dom que qualquer crente pode receber. Veja em 1 Coríntios 14.5: “Eu gostaria que vocês todos falassem em línguas estranhas...” - NTLH. O dom de variedade de línguas é um dom que pode se manifestar a qualquer momento, em qualquer lugar, e em qualquer circunstância da vida. As línguas estranhas são a linguagem do espírito. Deus é espírito. As línguas nos capacitam a falar com Deus melhor do que jamais poderíamos com a nossa capacidade humana. Através desse dom o crente pode se edificar. Veja em 1 Coríntios 14.4: “Quem fala em línguas estranhas ajuda somente a si mesmo, mas quem anuncia a mensagem de Deus ajuda a igreja toda.” - NTLH.
O falar em línguas é evidência do batismo com o Espírito Santo – Podemos afirmar, com segurança, que sempre que alguém é batizado no Espírito Santo, ele vai falar em línguas. Ele pode falar línguas que lhe são desconhecidas. Quando o Espírito Santo foi derramado inicialmente no dia de Pentecostes, todos os presentes falaram em línguas. Entre eles estavam os doze apóstolos e mais de cem outros homens e mulheres. Nenhum deles tinha a menor idéia do que poderia acontecer quando o Espírito Santo fosse derramado sobre eles. Não tinham recebido instruções sobre isso. Também não tinham idéias pré concebidas. Entretanto, ao serem todos batizados no Espírito Santo, tiveram a mesma experiência. Todos falaram em línguas.
 Portanto, se desejamos saber o que esperar quando somos batizados no Espírito Santo, basta analisarmos o relato da primeira vez que pessoas foram batizadas no Espírito Santo. Aí se estabeleceu o padrão.
Quando o dom de línguas vem seguido de interpretação, edifica o corpo de Cristo. Sempre que há interpretação de línguas no culto público, essa experiência traz edificação para todo o corpo. Veja em 1 Coríntios 14.4,5: “Quem fala em línguas estranhas ajuda somente a si mesmo, mas quem anuncia a mensagem de Deus ajuda a igreja toda.  Eu gostaria que vocês todos falassem em línguas estranhas, mas gostaria ainda mais que tivessem o dom de anunciar a mensagem de Deus. Porque quem anuncia a mensagem de Deus tem mais valor do que quem fala em línguas estranhas, a não ser que esteja ali alguém que possa interpretar o que está sendo dito, para que toda a igreja seja ajudada espiritualmente.” - NTLH.
         Continua no próximo post.
Viva Jesus!
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terça-feira, outubro 29, 2013

Os Dons Espirituais - 46.



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Discernimento de Espíritos, continuação.
O Discernimento de Espíritos na Igreja primitiva – Pedro, mediante o Espírito Santo, discerniu um espírito mau em Ananias e Safira. Veja em Atos 5.3: “Então, disse Pedro: Ananias, por que encheu Satanás teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo?” - RA.
Pedro, através do Espírito Santo, também discerniu em Simão um espírito mau. Veja em Atos 8.23: “pois vejo que estás em fel de amargura e laço de iniqüidade.” - RA. Aquela foi uma manifestação de discernimento de espíritos e de palavra de conhecimento. Já vimos que os dons fluem do mesmo Espírito e algumas vezes operam juntos. O mais importante não é o dom em si, mas o propósito para o qual Deus o deu. Eles são importantes apenas se edificarem o corpo.
Paulo através do dom de discernimento de espíritos percebeu um espírito maligno em uma jovem escrava. Um crente comum usando sua capacidade humana poderia dizer que aquela escrava era uma serva do Senhor. Vejamos o que ela falou. Veja em Atos 16.17: “Seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens são servos do Deus Altíssimo e vos anunciam o caminho da salvação.” - RA. Aquelas palavras eram agradáveis de se ouvir. No entanto Paulo soube, através do Espírito Santo, que quem falava era um espírito maligno. O Espírito de Deus revelou isso ao espírito de Paulo. Então Paulo disse ao espírito maligno. Veja em Atos 18.18: “Isto se repetia por muitos dias. Então, Paulo, já indignado, voltando-se, disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, eu te mando: retira-te dela. E ele, na mesma hora, saiu.” - RA.
Note que Paulo não apenas discerniu o espírito maligno, mas também o expulsou. Esse poder sobrenatural, dado aos crentes pelo Espírito Santo, capacitou Paulo a expulsar os espíritos imundos. Os incrédulos não possuem essa autoridade. Veja em Atos 19.11-17: “E Deus, pelas mãos de Paulo, fazia milagres extraordinários, a ponto de levarem aos enfermos lenços e aventais do seu uso pessoal, diante dos quais as enfermidades fugiam das suas vítimas, e os espíritos malignos se retiravam. E alguns judeus, exorcistas ambulantes, tentaram invocar o nome do Senhor Jesus sobre possessos de espíritos malignos, dizendo: Esconjuro-vos por Jesus, a quem Paulo prega. Os que faziam isto eram sete filhos de um judeu chamado Ceva, sumo sacerdote.  Mas o espírito maligno lhes respondeu: Conheço a Jesus e sei quem é Paulo; mas vós, quem sois?  E o possesso do espírito maligno saltou sobre eles, subjugando a todos, e, de tal modo prevaleceu contra eles, que, desnudos e feridos, fugiram daquela casa.  Chegou este fato ao conhecimento de todos, assim judeus como gregos habitantes de Éfeso; veio temor sobre todos eles, e o nome do Senhor Jesus era engrandecido.” - RA.
Uma das coisas que os espíritos malignos tentam fazer é levar os cristãos a aceitarem falsos ensinamentos. O dom de discernimento de espíritos capacita o crente a reconhecer se um ensino vem do Espírito Santo ou se provém de espíritos malignos. Veja 1 João 2.26,27: “Eu estou escrevendo isso a vocês a respeito dos que estão tentando enganá-los.  Mas sobre vocês Cristo tem derramado o seu Espírito. Enquanto o seu Espírito estiver em vocês, não é preciso que ninguém os ensine. Pois o Espírito ensina a respeito de tudo, e os seus ensinamentos não são falsos, mas verdadeiros. Portanto, obedeçam aos ensinamentos do Espírito e continuem unidos com Cristo.” - NTLH. Precisamos aprender a escutar atentamente ao Espírito Santo. Ele nos fará saber se alguém nos intenta transmitir um falso ensinamento. Através do dom de discernimento de espíritos o corpo de Cristo pode ser alertado sobre qual espírito está atuando.
O propósito do dom – O propósito do dom de discernimento de espíritos é proteger o corpo de Cristo. Esse dom protege o corpo dos espíritos malignos que tentam atrapalhar o progresso do evangelho. Também protege dos espíritos nocivos que frequentemente ferem e dividem o corpo. Além disso, esse dom protege o corpo contra falsas doutrinas. Toda essa proteção possibilita que o corpo seja edificado.
Continua no próximo post.
Viva Jesus!
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