sexta-feira, outubro 11, 2013

Os Dons Espirituais - 45.



Continuação do post anterior.
O Dom de discernimento de espíritos.
O Espírito Santo provê para a edificação do corpo de Cristo. Os dons espirituais se manifestam através de crentes cheios do Espírito. Discernir significa enxergar o que vai no interior, além da aparência. Os três tipos de espírito que podem se manifestar através dos seres humanos são: o espírito do homem, o Espírito de Deus, e os espíritos malignos. O espírito do homem é a parte mais importante do homem; através dele podemos conhecer a Deus, que é Espírito. O Espírito de Deus é o Espírito Santo. E os espíritos malignos são os espíritos do mundo mal; são os servos de satanás.
O discernimento dos espíritos é uma habilidade especial, conferida pelo Espírito Santo, de enxergarmos além do que os homens comuns veem, quando da manifestação de um espírito. É a capacidade de saber por qual espírito uma pessoa está agindo ou falando.
É possível identificarmos alguns espíritos malignos ser tivermos o dom de discernimento. O apóstolo Paulo instruiu os coríntios a esse respeito. Veja em 1 Coríntios 12.3: “Por isso precisam compreender que ninguém que diz “Que Jesus seja maldito!”, pode estar falando pelo poder do Espírito de Deus. E que ninguém pode dizer ”Jesus é Senhor”, a não ser que seja guiado pelo Espírito Santo.” - NTLH. Paulo se referia aqueles que transmitem palavras vindas de algum espírito. Se essa pessoa amaldiçoar a Jesus, essa mensagem não provém do Espírito Santo. Ele fala por um espírito maligno. E ninguém que fale por um espírito mau vai chamar a Jesus de Senhor.
O discernimento de espíritos no ministério de Jesus – Vejamos então a operação do discernimento de espíritos no ministério de Jesus. Devemos sempre nos lembrar de que o dom de discernimento de espíritos é sobrenatural.
Jesus era cheio do Espírito Santo. Veja João 3.34: “Aquele que Deus enviou diz as palavras de Deus porque Deus dá do seu Espírito sem medida.” (João 3:34 NTLH). Consequentemente Jesus era capaz de discernir tanto os espíritos bons como maus.
Ele discerniu o espírito bom presente em Natanael. Antes mesmo de conhecê-lo, Jesus sabia que tipo de espírito aquele homem possuía.  Veja em João 1:47: “Quando Jesus viu Natanael chegando, disse a respeito dele: —Aí está um verdadeiro israelita, um homem realmente sincero.” NTLH.
Ele discerniu um espírito mau em Tiago e João. Eles queriam mandar descer fogo do céu para destruir as pessoas que se recusaram a acolher Jesus. Veja em Lucas 9.55: “Porém Jesus, virando-se para eles, os repreendeu.” - NTLH.
Ele frequentemente discernia espíritos malignos. Certa feita Jesus viu uma mulher que estava aleijada havia dezoito anos. Ele percebeu que o problema dela era causado por um espírito maligno. Aquele espírito não falava nada, porém amarrou a coitada da mulher. Veja em Lucas 13.12: “Quando Jesus a viu, ele a chamou e disse: - Mulher, você está curada”.- NTLH. E a partir daquele momento ela ficou liberta. Não precisou ser curada; necessitava apenas ficar livre daquele espírito mau.Aprendemos que o dom de discernimento de espíritos é muito útil ao ministrarmos a pessoas com doenças e enfermidades.
Continua no próximo post.
Viva Jesus!
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sábado, setembro 07, 2013

Os Dons Espirituais - 43.



Continuação do post anterior.
O dom de profecia, continuação.
O propósito do dom.
1. proclamar uma mensagem – A importância dessa característica do dom de profecia ficou evidente no dia de Pentecostes. O Espírito Santo foi derramado e, quase que instantaneamente, o dom de profecia manifestou-se no sermão de Pedro. Aquela não foi uma pregação qualquer. Pedro não teria sido capaz de pregar aquele sermão no dia anterior. O poder e a inspiração do Espírito Santo estavam no âmago do sermão. Pedro falou sobre ideias que não eram dele próprio. Elas vieram do Espírito.
A profecia é um resultado natural de sermos cheios do Espírito. Pedro estava cheio do Espírito e ele profetizou. Em Atos 19, quando os discípulos em Éfeso ficaram cheios do Espírito Santo, passaram a falar em línguas e a profetizar. Veja em Atos 19.6: “Aí Paulo pôs as mãos sobre eles, e o Espírito Santo veio sobre eles. Então começaram a falar em línguas estranhas e a anunciar também a mensagem de Deus.” - NTLH.
O profetizar verdadeiro se faz na capacidade e no poder de Deus. Alguns crentes podem até ter um talento especial para falar em público, ou talvez até sejam capazes de pregar excelentes sermões. Entretanto ninguém pode profetizar verdadeiramente sem o Espírito Santo. Veja em 1 Pedro 4.11: “ Quem prega pregue a palavra de Deus; quem serve sirva com a força que Deus dá. Façam assim para que em tudo Deus seja louvado por meio de Jesus Cristo, a quem pertencem a glória e o poder para todo o sempre! Amém!” – NTLH.
O cristão que profetiza fala aos homens. A questão, porém, é o que é que ele fala aos homens? Que mensagem irá proclamar? A resposta é: A Palavra de Deus. Contudo, nem todos os pregadores e mestres fazem o mesmo. É verdade, mas no que diz respeito à profecia, o importante não é o que ou quem fala, mas sim como se fala. A pregação e o ensino comuns poderão ser como colocar alimento frio em uma panela sob a qual não há fogo. Podemos entender a profecia como sendo o fogo sob a panela.
Através da profecia o Espírito Santo pode trazer a mente do que fala algo que ele não teria pensado de si mesmo. Com certeza foi o que aconteceu com o grande sermão de Pedro em Atos 2.
Quando um cristão transmite palavras vindas de Deus, capacitado e inspirado pelo Espírito, esse tipo de profecia é chamado de proclamação de uma mensagem.
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Viva Jesus!
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sexta-feira, agosto 23, 2013

Os Dons Espirituais - 42.





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O dom de profecia.
Já aprendemos nessa sequência de mensagens, sobre os dons ministeriais. Vimos que um deles era o dom de profeta. Vemos em 1 Coríntios 12.28: “a uns estabeleceu Deus (...) profetas ...” . Jesus Cristo, a cabeça de igreja, é citado como quem nos concede esses dons. Agora estamos estudando os dons do Espírito; vamos ver que o doador do dom de profecia é o Espírito Santo. Veja em 1 Coríntios 12. 8-10: “Porque a um é dada, pelo Espírito (...) profecia...”.
O dom de profeta é para os líderes do corpo, de tempo integral. Destina-se a uma parcela muito pequena dos membros do corpo. Já o dom de profecia é o dom de transmitir uma mensagem inspirada. Está ao alcance de todos os membros. Veja em 1 Coríntios 12.32: “Porque todos podereis profetizar, um após outro...”.
A diferença entre o ministério de profeta e o dom de profecia é a seguinte: todos aqueles chamados a exercer o ministério de profeta profetizam. Contudo nem todos os que profetizam tem o ministério de profeta.
O dom de profecia, devido a sua natureza, é talvez o dom mais importante, dentre os relacionados em 1 Cor´ntios 12.8-11. O apóstolo Paulo disse: “... procurai, com zelo, os dons espirituais, mas principalmente que profetizeis”. Como vemos o dom de profecia é um dom muito importante. Devemos procurar compreendê-lo bem. Ele é especialmente importante por ser o maior dos nove dons destinados à edificação do corpo de Cristo. É o dom que faz com que o corpo se vivifique de uma maneira especial. Por ele os crentes são edificados e os pecadores se achegam a Deus. Veja em 1 Coríntios 14.24: “Porém, se todo profetizarem, e entrar algum incrédulo ou indouto, é ele por todos convencido...”.
O dom de profecia é muito importante porque beneficia tanto a crentes como a incrédulos. Não devemos pensar que a profecia seja uma pregação comum. Como acontece com os outros dons do Espírito, é sobrenatural.
Continua no próximo post.
Viva Jesus!
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sexta-feira, agosto 09, 2013

Os Dons Espirituais - 41.



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Operações de Milagres, continuação.
Vejamos a ressurreição de Dorcas, um dos milagres de Atos, no capítulo nove. Após a morte de Dorcas, Pedro foi chamado para ajudar. Ele sabia que, por si só, não poderia ressuscitar uma morta, mas o poder de Deus podia. E sabia que, se quisesse ver um milagre, teria de orar. A oração faria dele um canal para o poder de Deus, para o milagre acontecer. Então ele orou, e o milagre aconteceu. O Espírito Santo moveu-se no íntimo de Pedro, e ele falou com Dorcas. Ela abriu os olhos, já definitivamente cerrados por causa da morte, e sentou-se na cama, viva!
Onisciência significa saber todas as coisas. Deus é onisciente porque Ele sabe todas as coisas. Agora acrescentamos que Deus é onipotente, ou seja, Deus pode todas as coisas. Ele é Todo Poderoso.
Por meio do dom de operação de milagres, o Espírito Santo manifesta o poder de Deus através do crente. Esse poder faz com que o impossível aconteça. Deus revelou o seu poder tanto no Velho como no Novo Testamento através da operação de milagres. Os milagres de Jesus podem ser explicados porque Ele é o Filho de Deus. A única maneira de explicar os milagres de Atos é dizer que foram realizados através do poder do Espírito Santo. Pedro foi um canal para o milagre da ressurreição de Dorcas acontecer. Uma palavra que descreve o poder de Deus é que Ele é onipotente.
O propósito do dom – Porque precisa haver milagres? Alguns dizem que é por que as pessoas querem vê-los acontecer: apreciam ver o extraordinário. Outros desejam ver milagres por razões egoístas. Certa ocasião os habitantes de uma aldeia não acolheram Jesus. Seus discípulos ficaram revoltados com aquilo e perguntaram ao Mestre: “... Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para os consumir?” Preste atenção na resposta de Jesus: “... Vós não sabeis de que Espírito sois. Pois o Filho do Homem não veio para destruir as almas dos homens, mas para salvá-las”. (Lucas 9.54-56). Em outras palavras Jesus disse: “Não farei nenhum milagre para atender a propósitos egoístas”.
Os milagres, como todos os outros dons do Espírito, têm um propósito maior, que é a edificação do corpo de Cristo. Uma das maneiras que os milagres fazem isso é removendo os obstáculos que atrapalham o evangelho. Quando for essa a razão para os crentes precisarem de milagres, então eles verão mais milagres.
Em Atos 5 o obstáculo da difusão do evangelho foram as portas da prisão. Os apóstolos foram encarcerados por estarem pregando. O obstáculo foi removido através de um milagre: as portas da prisão se abriram e eles continuaram a pregar.
Em Atos 13.6-11, Paulo empenhava-se para a conversão de certo governador. Porém encontrou um obstáculo: um mágico chamado Barjesus tentou desviar o proconsul do evangelho. O Espírito Santo usou Paulo para operar um milagre, fazendo com que Barjesus ficasse cego. Assim o obstáculo foi removido.
Continua no próximo post.
Viva Jesus!
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sexta-feira, julho 26, 2013

Os Dons Espirituais - 40.



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Dom de operação de milagres.
Definição do dom – O vocábulo grego para milagre é dunameis. Dele deriva a palavra dinamite. Esse vocábulo é usado na expressão operação de milagres e o seu significado é “poder sobrenatural para realizar coisas que de outra maneira seriam impossíveis”.
Portanto, a operação de milagres é uma manifestação sobrenatural do poder de Deus que altera, suspende ou controla as leis da natureza.
A explicação e a ilustração do dom – Podemos ampliar a nossa compreensão sobre milagres estudando os relatos bíblicos:
Milagres no Velho Testamento:
1 – Moisés fez brotar água de uma rocha (Êxodo 17.1-6).
2 – O povo de Israel cruzou o rio Jordão em terra seca (Josué 3.15-17).
3 – Josué fez o sol parar (Josué 2.1-11).
4 – Elias orou e desceu fogo do céu (1 Reis 18.37,38).
5 – Eliseu fez um machado flutuar 2 Reis 6.1-7).
Milagres de Jesus:
1 – Jesus transformou água em vinho (João 2.1-11).
2 – Jesus acalmou o mar tempestuoso (Mateus 8.23-26).
3 – Jesus e Pedro andaram sobre as águas (Mateus 14.22-31).
4 – Jesus alimentou uma multidão usando apenas cinco pães e dois peixes (João 6.5-14).
5 – Jesus ressuscitou Lázaro da morte (João 11.1-44).
Milagres na igreja primitiva:
Poder-se-ia explicar a ocorrência de milagres no Velho Testamento dizendo que foram grandes profetas que realizaram a maioria deles. Os milagres do Jesus poderiam ser explicados pelo fato de ser Ele o Filho de Deus. Os milagres em Atos devem ter outra explicação. Foram homens comuns dentre o povo que operaram a maioria deles. Eram pescadores e coletores de impostos, entre outros. Como foi que fizeram milagres?
Antes de respondermos essa pergunta, vejamos alguns milagres relatados em Atos.
Note que é difícil dizer qual desses feitos maravilhosos é um milagre e qual é uma manifestação dos dons de curar. Não faz muita diferença, pois todos fluem do mesmo Espírito. “Deus fazia milagres extraordinários por meio de Paulo, tanto que as pessoas pegavam lenços e aventais que ele usava e os levavam para os doentes tocarem. E, quando estes tocavam neles, ficavam curados; e de outras pessoas saíam os espíritos maus.” (Atos 19:11-12 NTLH).
Eis uma lista desses milagres:
1 – Libertação de uma prisão (Atos 5.17-20).
2 – Ressurreição de uma morta (Atos 9.36-41).
3 – Libertação de uma prisão (Atos 12.15-17).
4 – A cegueira de um inimigo de Deus (Atos 13.6-11).
5 - Nenhum problema resultou de uma picada de cobra (Atos 28.1-6).
Existe um segredo no cumprimento de todos esses milagres. Não é o uso de grandes homens. Também não foram homens com poderes incomuns. Tão pouco foi por causa da capacidade que os homens podem adquirir por meio do estudo. Foi, simplesmente, o poder do Espírito Santo. A dinamite do Espírito Santo manifestou-se para suprir uma grande necessidade e beneficiar o corpo de Cristo. Os milagres frequentemente eram para remover algum obstáculo e continuar difundindo o evangelho.
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Viva Jesus!
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terça-feira, julho 09, 2013

Os Dons Espirituais - 39.



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Dons de curar, continuação 2.
Como os dons de curar operam – Devemos aprender que não há um padrão fixo. Vemos isso observando os principais casos de cura relatados no Novo Testamento. Nessas ocasiões a cura se deu através de:
1) um toque e uma palavra falada (Mateus 8.3);
2) Uma palavra falada (a pessoa doente não estava presente para ouvir o que fora dito) (Mateus 8.5-13);
3) Um toque (Mateus 8.14,15);
4) Um toque e uma palavra falada (Mateus 9.29);
5) Uma ordem (Mateus 12.13);
6) Uma palavra falada e uma ação – colocar lama nos olhos do cego (João 9.6);
7) Dar uma ordem, e uma ação – levantar o coxo pela mão (Atos 3.6-9);
8) Palavras e uma ordem (Atos9.34).
Por aí notamos claramente que o método mais comum da cura era através de palavras faladas. Tocar a pessoa, levanta-la, ou um outro ato pode ajudar a fé do outro. Entretanto parece que Deus age mais através da palavra falada. Os líderes da igreja primitiva realizavam as suas curas pela palavra falada. Portanto, parece-nos razoável que o Senhor ainda direcione os dons de curar as pessoas de mesma forma.
Como um crente sabe que tem dons de curar para ministrar – A pessoa que tem um dom para manifestar irá senti-lo profundamente em seu espírito.
Nenhum crente tem os dons de curar às suas ordens. Ele os tem somente segundo a vontade do Espírito. É possível que algumas pessoas esperimentem as operações desses dons com mais freqüência do que outras. Mas isso é porque já aprenderam a agir pela fá, sob a direção do Espírito.
O termo dons pode ser uma indicação de que o Espírito resolve usar os cristãos de várias maneiras. Qualquer doença, moléstia ou enfermidade, pode ser curada através dos dons de curar.
O propósito do dom – O propósito geral de todos os dons é edificar o corpo de Cristo. Alguns dons fazem isso de uma maneira e uns de outra. Os dons de curar fazem isso capacitando os membros de serem sadios e bem fisicamente. Todo o corpo dos crentes é ajudado quando um membro é beneficiado fisicamente.
Os dons de cura frequentemente estão presentes no ministério de um evangelista. Eles ajudam a atrair as pessoas para ouvirem o evangelho. Os cristãos primitivos oravam ao Senhor dizendo: “... estendes a mão para fazer curas, sinais e prodígios por intermédio do nome do teu santo Servo Jesus” (Atos 4.30). E Deus os atendia. “Muitos sinais e prodígios eram feitos entre o povo... e crescia mais e mais a multidão de crentes tanto homens como mulheres...” (Atos 5.12,14).
Portanto, o propósito dos dons de curar é suprir as necessidades físicas do corpo de Cristo, e contribuir para levar as pessoas a Jesus.
Continua no próximo post.
Viva Jesus!
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